Seguro de vida aumenta com a idade

18/03/2005

Existem no mercado duas modalidades de seguros de vida; o seguro de vida individual e o seguro de vida em grupo. As coberturas abrangem: morte natural, acidental e invalidez permanente total e parcial.

Antes de optar por um desses seguros, o consumidor deve comparar as taxas administrativas cobradas e o valor das mensalidades, observando atentamente que o preço aumenta sempre que o consumidor avança de faixa etária. É importante preencher o formulário para contratação do seguro com todas as informações pessoais, inclusive sobre doenças, para que não haja prejuízo no ato da indenização.

O seguro coletivo é mais barato e pode reduzir o risco do consumidor de não receber a indenização por ser um pool de seguradoras. Todas são responsáveis por ressarcir o seguro, independentemente da situação da seguradora contratada.

Vale destacar que o seguro em grupo dá maior garantia de indenização a grupos de interesse comum, como por exemplo, funcionários de uma empresa, associações ou sindicatos de classe, informa o Procon de Brasília.

O mercado oferece, ainda, seguros resgatáveis em vida. São apólices com prazo de vigência determinada - alguns funcionam como uma poupança de longo prazo. Se o segurado optar por resgatar o valor antes do término do contrato, não receberá integralmente o valor investido. O resgate é determinado pelo número de contribuições feitas.

Por lei, o seguro tem de ser contratado por intermédio de uma corretora. Com uma boa pesquisa de preços e a escolha de uma corretora com boas referências, o consumidor poderá economizar na contratação: há diferenças de mais de 200% pelas mesmas coberturas.

A escolha de um bom corretor é importante porque é ele quem vai representar o segurado junto à seguradora e providenciar qualquer documentação exigida para indenização. O interessado em fazer um seguro, qualquer que seja o tipo, deve analisar e avaliar suas reais necessidades para não pagar por coberturas que não serão utilizadas.

Fonte: TPT Comunicação Ltda.