Foregon.com http://www.foregon.com/ Seu canal de produtos financeiros Com inflação em alta, bancos começam a limitar o créditohttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=146Financeiras e bancos já estão mais seletivos na aprovação do crédito e diminuíram em cinco pontos porcentuais o nível aceitável de comprometimento da renda do consumidor com as prestações. O motivo da cautela é a disparada da inflação, que reduz a renda disponível da população para ir às compras e pagar dívidas do crediário. A maior cautela por parte das instituições financeiras ocorre em um momento em que a inadimplência do consumidor ainda não dá sinais de aceleração porque o nível de emprego é crescente. Também até agora o governo apenas ensaiou medidas para conter o avanço do crédito, apesar de ter subido a taxa básica de juros, a Selic, para segurar a inflação e, com isso, encareceu os financiamentos. Mas quem empresta dinheiro está preocupado e não quer correr riscos diante da perspectiva de arrefecimento da atividade econômica nos próximos meses e da possível piora na capacidade de solvência do consumidor. "O cenário é de vigilância", afirma Hilgo Gonçalves, executivo-chefe da Losango, promotora de vendas do banco HSBC, uma das gigantes do mercado de crédito ao consumidor para a baixa renda. Cautela Gonçalves diz que a parcela aceitável de comprometimento da renda com a prestação nos financiamentos aprovados diminuiu: de até 35% no ano passado para até 30% hoje. O executivo conta que a cautela é maior na hora de aprovar o financiamento. Isso significa que além do preenchimento dos dados básicos, como nome, renda, CPF, entre outros, para fazer o cadastro e submetê-lo a um programa de computador que decide quanto pode ser emprestado, a promotora de crédito faz perguntas adicionais para captar a capacidade de pagamento do cliente. A enquete inclui, por exemplo, questões sobre se a data do pagamento da prestação é compatível com a do recebimento do salário ou se o cliente tem dívidas com crediários de outras financeiras. Fonte: G1-Economia e Negócios / www.Administradores.com.brPossibilidade de comparar preços faz venda de veículos pela internet crescerhttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=145A possibilidade de realizar pesquisas e comparar preços está fazendo com que a venda de veículos pela internet cresça cada vez mais, revela um dos sócios da e-consulting, Daniel Domeneghetti. De acordo com o Índice de Varejo Online (VOL), apurado pela empresa, o faturamento com a comercialização de veículos pela web deverá atingir R$ 9,2 bilhões este ano, o que representará um incremento de 22,67% sobre os R$ 7,5 bilhões de 2007. Mais de 40% do e-commerce Segundo Domeneghetti, considerando a indústria automobilística, a venda de veículos pela internet representa de 3% a 3,5% do faturamento. No entanto, entre as comercializações feitas apenas pela rede, a venda de veículos gera mais de 40% da receita. Em 2007, por exemplo, o VOL dos veículos foi de R$ 7,5 bilhões, o que significou 43,1% do total de R$ 17,4 bilhões, de todas as categorias. Um ano antes, este percentual foi ainda maior, de 48,1%, R$ 6,4 bilhões sobre R$ 13,3 bilhões. Crédito traz boas expectativas Conforme explica o sócio da e-consulting, o crescimento do crédito para a aquisição de veículos traz boas perspectivas para o comércio eletrônico do segmento. "A restrição ao crédito era um dos maiores entraves ao desenvolvimento, bem maior do que a exclusão digital, por exemplo". De acordo com Domeneghetti, são comercializados pela internet tanto veículos novos quanto usados, sendo que, para estes últimos, a possibilidade de comparação com ofertas similares de outras cidades é um grande atrativo para os consumidores. Por fim, o especialista diz que as compras eletrônicas do segmento são feitas em portais especializados, sites de bancos, que costumam oferecer parcelamentos aos seus clientes, e páginas de montadoras/concessionárias. Fonte: www.Administradores.com.brFurto e roubo de carros cresce em 2007http://www.foregon.com/noticias01.asp?id=144 <p align="justify">O ano mal come&ccedil;ou e os altos &iacute;ndices de furtos e roubos de carros j&aacute; preocupam as Seguradoras e, principalmente, a comunidade. No m&ecirc;s de janeiro, 100 ve&iacute;culos foram levados, sendo que, destes, 53 em Porto Alegre, por exemplo, o que representa 79% dos casos.</p> <p align="justify">De acordo com uma pesquisa feita pelas Seguradoras, a cada 100 ap&oacute;lices de seguro de autom&oacute;veis vendidas ao m&ecirc;s, 1,3% dos carros s&atilde;o furtados ou roubados.</p> <p align="justify">Outro &iacute;ndice que tem assustado as pessoas &eacute; de que do total das ocorr&ecirc;ncias, 70% dos casos s&atilde;o de roubos e 30% de furtos. As Seguradoras explicam que a diferen&ccedil;a entre estes n&uacute;meros vem crescendo por causa das tecnologias que dificultam para os ladr&otilde;es furtar os ve&iacute;culos sem a presen&ccedil;a do propriet&aacute;rio, como travas, alarmes, rastreadores, bloqueios, entre outros.</p> <p align="justify">Elas alertam tamb&eacute;m que a maioria dos roubos &eacute; cometida em tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es: quando o motorista est&aacute; saindo ou chegando &agrave; resid&ecirc;ncia ou local de trabalho; por motoqueiros e quando o ve&iacute;culo &eacute; estacionado em lugares sem movimento.</p> <p align="justify"><strong>Roubo de carro faz seguro custar 57% mais caro</strong></p> <p align="justify">Moradores da zona leste de S&atilde;o Paulo est&atilde;o pagando at&eacute; 57% mais caro pelo seguro dos carros por conta do alto &iacute;ndice de roubo de ve&iacute;culos na regi&atilde;o. Na regi&atilde;o dos Jardins, &aacute;rea nobre, o seguro &eacute; o mais barato da cidade. Apenas o Tatuap&eacute; concentra 5% dos casos de furtos e roubos de carros monitorados por sat&eacute;lite da Grande S&atilde;o Paulo. Na Rua Cantagalo, que fica no bairro, pelo menos um ve&iacute;culo &eacute; roubado ou furtado por dia.</p> <p align="justify">Entre julho de 2005 e junho de 2006, a cada 100 ve&iacute;culos segurados na zona leste pela empresa, 4,5 foram roubados. Na zona norte, o &iacute;ndice &eacute; de 3,1 roubos para cada 100 ve&iacute;culos. A seguir est&atilde;o as zonas sul, com 2,6%; a zona oeste, com 2,4%. No centro, local menos visado pelos ladr&otilde;es, esse n&uacute;mero cai para 2.</p> <p align="justify">De acordo com dados da Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica (SSP), entre 2001 e 2006, o n&uacute;mero de ve&iacute;culos roubados teve queda de 31,63%, mesmo com um aumento da frota de 17%, passando de 13,6 milh&otilde;es para 16 milh&otilde;es de carros. Mas por enquanto n&atilde;o houve redu&ccedil;&atilde;o nos pre&ccedil;os em fun&ccedil;&atilde;o disso. Na Indiana, segundo Martinez, em compara&ccedil;&atilde;o com janeiro de 2006, o motorista paga em m&eacute;dia 5% a menos</p> Fonte: Sincor-SPCresce capta&ccedil;&atilde;o dos planos PGBL e VGBLhttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=143 <p align="justify">O ano come&ccedil;ou aquecido no setor de planos de previd&ecirc;ncia, modelos PGBL e VGBL, comercializados pelas seguradoras. Em janeiro, os planos receberam R$ 754,80 milh&otilde;es, o que representou 111,83% do total captado no mesmo per&iacute;odo de 2006, de acordo com pesquisa mensal realizada pela NetQuant. Com isso, o patrim&ocirc;nio do PGBL e VGBL totalizou R$ 70,34 bilh&otilde;es.</p> <p align="justify">A pesquisa da NetQuant n&atilde;o inclui os chamados planos tradicionais que s&atilde;o fundos de previd&ecirc;ncia de renda garantida, que n&atilde;o s&atilde;o mais comercializados pela seguradoras. Mas eles ainda det&ecirc;m uma grande fatia do patrim&ocirc;nio dos planos de previd&ecirc;ncia: R$ 32 bilh&otilde;es em dezembro de 2006. Com a inclus&atilde;o desses fundos, o patrim&ocirc;nio da previd&ecirc;ncia fechou 2006 com R$ 102 bilh&otilde;es.</p> <p align="justify">Segundo a pesquisa, em janeiro houve um aumento expressivo das aplica&ccedil;&otilde;es dos recursos do PGBL e VGBL em fundos multimercados com renda vari&aacute;vel. O segmento recebeu R$ 424,25 milh&otilde;es dos PGBL e VGBL. Para Marcelo Nazareth, presidente da NetQuant, esse n&uacute;mero &eacute; surpreendente porque representou aumento de 460% sobre 2006.</p> <p align="justify">O crescimento confirma o movimento de migra&ccedil;&atilde;o de recursos da renda fixa para a renda vari&aacute;vel. Nazareth, por&eacute;m, &eacute; a primeira voz que se levanta contra a migra&ccedil;&atilde;o que tem recebido aplausos do mercado. &quot;&Eacute; il&oacute;gico, pois n&atilde;o h&aacute; qualquer garantia que a &oacute;tima performance das bolsas em 2006 se repita no futuro. Por isso, o risco da renda vari&aacute;vel n&atilde;o pode ser esquecido pelas pessoas, como parece estar acontecendo&quot;, afirma.</p> <p align="justify">Janeiro foi um m&ecirc;s mais lucrativo para os investidores mais conservadores, que obtiveram retornos m&eacute;dios de 0,94% na renda fixa, o maior de todo mercado de previd&ecirc;ncia - fato que n&atilde;o ocorria desde setembro de 2006.</p> Fonte: Sincor-SPConhe&ccedil;a os principais golpes aplicados para roubar seu dinheiro!http://www.foregon.com/noticias01.asp?id=142 <p align="justify">Todos os dias, novas not&iacute;cias sobre fraudes envolvendo tal&otilde;es de cheque e cart&otilde;es de cr&eacute;dito aparecem na m&iacute;dia. E os golpes, que vitimam um grande n&uacute;mero de pessoas, se tornam cada vez mais especializados.</p> <p align="justify">Para diminuir as estat&iacute;sticas, &eacute; fundamental que os consumidores conhe&ccedil;am as fraudes e dificultem o trabalho dos criminosos.</p> <p align="justify"><strong>Aten&ccedil;&atilde;o sempre!</strong></p> <p align="justify">De acordo com a Ong ABC (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Consumidor), muitas pessoas ainda caem na conversa de golpistas que ligam dizendo ser funcion&aacute;rios do banco ou operadora de cart&atilde;o de cr&eacute;dito e digitam os n&uacute;meros dos pl&aacute;sticos e/ou senhas. Com isso, acabam tendo os cart&otilde;es clonados.</p> <p align="justify">Al&eacute;m disso, um grande n&uacute;mero de consumidores n&atilde;o presta aten&ccedil;&atilde;o na hora de pagar uma compra e permite que funcion&aacute;rios mal-intencionados anotem os n&uacute;meros dos cart&otilde;es e c&oacute;digos de seguran&ccedil;a e, em alguns casos, at&eacute; troquem o pl&aacute;stico por um outro.</p> <p align="justify">Outros golpes comuns s&atilde;o os an&uacute;ncios de cons&oacute;rcios sorteados, com cotas contempladas, bilhetes premiados, multas de tr&acirc;nsito, seq&uuml;estros virtuais, cart&otilde;es premiados etc.</p> <p align="justify"><strong>Prote&ccedil;&atilde;o gratuita</strong></p> <p align="justify">Para proteger o consumidor, n&atilde;o s&oacute; dos criminosos, a entidade oferece consultas (pessoalmente, por telefone, fax ou e-mail) totalmente gratuitas h&aacute; sete anos. Mais informa&ccedil;&otilde;es podem ser obtidas no (www.ongabc.org.br).</p> <p align="justify">Quem quiser tamb&eacute;m pode obter orienta&ccedil;&atilde;o sobre as cobran&ccedil;as ilegais e abusivas de juros e taxas, as vendas casadas, os danos morais, as pr&aacute;ticas de coa&ccedil;&atilde;o feitas pelas empresas de cobran&ccedil;a etc.</p> Fonte: SegsCom aumento da viol&ecirc;ncia, seguros de carro e de casa ficar&atilde;o mais caroshttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=141 <p align="justify">Se voc&ecirc; tem seguro de carro ou de resid&ecirc;ncia - ou ambos - prepare seu bolso. Al&eacute;m de ter de conviver com a viol&ecirc;ncia que acomete as grandes cidades, os brasileiros tamb&eacute;m ter&atilde;o de arcar com as conseq&uuml;&ecirc;ncias financeiras dela. A afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; da Correcta Seguros.</p> <p align="justify">Conforme estudo apresentado pela empresa, ano passado apresentou &iacute;ndices muito baixos de pagamento de sinistros (valor do reembolso). Para se ter uma id&eacute;ia, no ramo de autom&oacute;veis foi registrada a mais baixa sinistralidade dos &uacute;ltimos cinco anos: 72,7% em 2004; 68,9% em 2005 e 66,3% em 2006.</p> <p align="justify"><strong>Aumento</strong></p> <p align="justify">Portanto, para este ano &eacute; esperado um aumento para a ordem de 67%. E as companhias n&atilde;o absorver&atilde;o esse d&eacute;bito: far&atilde;o balan&ccedil;os para repass&aacute;-lo ao consumidor.</p> <p align="justify">&quot;A carteira de autom&oacute;veis muitas vezes &eacute; revista at&eacute; semanalmente. Por isso que esse aumento j&aacute; deve chegar este ano&quot;, explicou o respons&aacute;vel pelo levantamento, Gustavo Mello.</p> <p align="justify"><strong> Combate &agrave; criminalidade</strong></p> <p align="justify">&quot;Essa possibilidade de aumento n&atilde;o &eacute; baseada em n&uacute;meros, mas em opini&atilde;o por conta dos dados estat&iacute;sticos anteriores&quot;, salientou Mello. De acordo com ele, esse aumento da sinistralidade, por mais incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, &eacute; resultado do combate &agrave; criminalidade instaurado pelos governos do Sudeste.</p> <p align="justify">O motivo &eacute; o modelo da viol&ecirc;ncia. Supondo que o tr&aacute;fico de drogas seja combatido, os &quot;empregados&quot; da pr&aacute;tica, aqueles que n&atilde;o ganham tanto quantos os &quot;diretores&quot; precisar&atilde;o procurar seu sustento em outras atividades il&iacute;citas.</p> <p align="justify"> Com o crime &quot;macro&quot; enfraquecido, a alternativa s&atilde;o os pequenos atos, como roubo e furtos. E &eacute; a&iacute; que os consumidores pagam a conta.</p> <p align="justify"><strong>Fora da tend&ecirc;ncia</strong></p> <p align="justify">Essa n&atilde;o &eacute; a tend&ecirc;ncia em nenhum dos ramos - auto e residencial - pelo menos na Mapfre Seguros. A afirma&ccedil;&atilde;o foi feita pelos vice-presidentes dos ramos Unidades de Seguros Gerais e Auto, respectivamente, Jos&eacute; Bailone J&uacute;nior e Jabis de Mendon&ccedil;a Alexandre.</p> <p align="justify">No que diz respeito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da casa, explicou Bailone, n&atilde;o houve aumento no pagamento de sinistros por conta de roubos e furtos. O grande problema da &eacute;poca, adicionou, s&atilde;o os danos causados pela natureza - el&eacute;tricos e de vendaval.</p> <p align="justify">&quot;&Eacute; por causa da &eacute;poca do ano, de mais chuvas&quot;, afirmou. Conforme o vice de Unidades de Seguros Gerais, a criminalidade corresponde a cerca de 35% dos reembolsos. Aqueles resultantes de fen&ocirc;menos naturais respondem por cerca de 40% - com incremento de algo em torno de 50% no ver&atilde;o.</p> <p align="justify"><strong>Regi&otilde;es</strong></p> <p align="justify">&quot;Mas isso n&atilde;o &eacute; linear no Pa&iacute;s inteiro. Depende da regi&atilde;o&quot;, adicionou, lembrando que essa varia&ccedil;&atilde;o ocorre tanto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia quanto a danos causados pela natureza. &quot;Na cidade de S&atilde;o Paulo, por exemplo, tanto para roubo quanto para dano el&eacute;trico e vendaval, n&atilde;o h&aacute; altera&ccedil;&otilde;es muito significativas&quot;, explicou.</p> <p align="justify">A Mapfre tem cerca de 440 mil resid&ecirc;ncias seguradas, e o pagamento de sinistros dessa carteira corresponde a 1% do total. <br> Movimento inverso</p> <p align="justify">Alexandre, do ramo de Auto, afirmou que a Mapfre nota uma redu&ccedil;&atilde;o nas ocorr&ecirc;ncias de roubo e furto - principalmente em S&atilde;o Paulo e no Rio de Janeiro. Em n&iacute;vel Brasil, a queda foi de 10% no ano passado. &quot;H&aacute; quatro, cinco anos, as empresas notam uma diminui&ccedil;&atilde;o nos &iacute;ndices, porque lan&ccedil;am servi&ccedil;os de precau&ccedil;&atilde;o ao risco&quot;, explicou. Na seguradora em particular, o sistema utilizado &eacute; o rastreador.</p> <p align="justify">&quot;Com isso, fica mais f&aacute;cil de encontrar o carro roubado ou furtado&quot;, disse, adicionando que 80% dos ve&iacute;culos com o dispositivo s&atilde;o encontrados, ao passo que de 40% a 42% daqueles que n&atilde;o o possuem retornam &agrave; garagem do dono.</p> <p align="justify"> A tend&ecirc;ncia para o usu&aacute;rio, pelo menos para a seguradora, &eacute; de queda nos pre&ccedil;os. &quot;Se nos pr&oacute;ximos meses se confirmar essa redu&ccedil;&atilde;o, desde que as ocorr&ecirc;ncias de perda total e parcial n&atilde;o se alterem, a possibilidade &eacute; que o pr&ecirc;mio fique menor&quot;, afirmou.</p> <p align="justify"><strong>Normalidade</strong></p> <p align="justify">Adelson Cunha, membro da Comiss&atilde;o de Riscos Patrimoniais, e Ricardo Teixeira, diretor de Auto e Assuntos Institucionais, ambos da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional das Empresas de Seguro Privado e Capitaliza&ccedil;&atilde;o (Fenaseg), explicam, que, com a escalada da viol&ecirc;ncia e, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, o aumento de pagamento de sinistros, o encarecimento do pre&ccedil;o do seguro &eacute; uma tend&ecirc;ncia normal.</p> <p align="justify"><strong>Contribui&ccedil;&atilde;o</strong></p> <p align="justify">Cunha afirmou ainda que a criminalidade contribui tamb&eacute;m para o aumento da procura do seguro residencial. &quot;Quando &eacute; muito falado na imprensa as pessoas se tocam para isso e ficam sensibilizadas a compras&quot;, afirmou.</p> <p align="justify">De acordo com ele, a venda de ap&oacute;lices de casas sobe de 8% a 10% por ano. E exatamente por conta desse crescimento que o pr&ecirc;mio - em uma m&eacute;dia de R$ 150 (ao ano) - n&atilde;o sofreu aumento. &quot;Apesar de terem aumentado as ocorr&ecirc;ncias, elas foram absorvidas com a inser&ccedil;&atilde;o de novos segurados&quot;, finalizou.</p> <p align="justify"><strong>Freq&uuml;&ecirc;ncia e severidade</strong></p> <p align="justify">Xavier, por sua vez, preferiu n&atilde;o falar em valores ou &iacute;ndices de pagamento de sinistros. &quot;&Eacute; dif&iacute;cil fazer um monitoramento, ainda mais porque, com tantos fatores influenciando, &eacute; complicado tirar uma refer&ecirc;ncia&quot;, explicou, lembrando que, para realizar o c&aacute;lculo do pre&ccedil;o do seguro, a empresa leva em considera&ccedil;&atilde;o o seu hist&oacute;rico de ocorr&ecirc;ncias. <br> &quot;Ela analisa tanto a freq&uuml;&ecirc;ncia quanto a severidade. E a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;o &eacute; em decorr&ecirc;ncia da experi&ecirc;ncia de cada uma&quot;, finalizou.</p> Fonte: SegsVai viajar? Cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; a melhor pedida, mas exige alguns cuidados!http://www.foregon.com/noticias01.asp?id=140 <p align="justify">Viajar &eacute; sempre bom, n&atilde;o importa para onde voc&ecirc; v&aacute;, conhecer novos lugares e culturas &eacute; sempre uma experi&ecirc;ncia incr&iacute;vel. Uma viagem bem sucedida, contudo, exige planejamento. Al&eacute;m de um or&ccedil;amento do quanto pretende gastar na viagem, &eacute; importante avaliar como pretende efetuar seus pagamentos, sobretudo no caso de viagem internacional.</p> <p align="justify"> Independentemente do seu destino, n&atilde;o &eacute; recomend&aacute;vel carregar muito dinheiro no bolso. Exatamente por isso, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; cada vez mais a op&ccedil;&atilde;o de quem viaja. Apesar de mais seguro e pr&aacute;tico, se voc&ecirc; est&aacute; pensando em levar o seu cart&atilde;o para passear, vale a pena tomar alguns cuidados.</p> <p align="justify"><strong>Informe-se sobre telefones de emerg&ecirc;ncia</strong></p> <p align="justify">Para evitar dor de cabe&ccedil;a durante sua viagem, antes de sair &eacute; importante verificar alguns dados do seu cart&atilde;o como, por exemplo, limite do cart&atilde;o de cr&eacute;dito, data em que expira - j&aacute; imaginou perceber que o cart&atilde;o expirou quando voc&ecirc; est&aacute; de f&eacute;rias no Caribe?</p> <p align="justify">Al&eacute;m disso, informe-se sobre os n&uacute;meros de atendimento de emerg&ecirc;ncia do banco emissor e carregue-os sempre com voc&ecirc;. Se voc&ecirc; est&aacute; indo viajar ao exterior, informe-se sobre qual o melhor n&uacute;mero para ligar, uma vez que os n&uacute;meros 0800 s&oacute; funcionam dentro do Pa&iacute;s.</p> <p align="justify"> Procure se informar sobre como proceder em caso de perda ou roubo do cart&atilde;o, sobretudo, no caso de viagens ao exterior. Dependendo da situa&ccedil;&atilde;o, o emissor pode enviar um novo cart&atilde;o em at&eacute; 48 horas.</p> <p align="justify"><strong>Avise o banco emissor</strong></p> <p align="justify">Para evitar fraudes e garantir a seguran&ccedil;a de seus usu&aacute;rios, todas as transa&ccedil;&otilde;es que fogem do padr&atilde;o tradicional de uso do consumidor s&atilde;o analisadas com maior detalhe e podem demorar mais para serem liberadas.</p> <p align="justify">Mesmo que esteja viajando dentro do Pa&iacute;s, vale a pena informar o banco emissor dos seus planos. Para entrar em contato, basta verificar o n&uacute;mero do telefone na pr&oacute;pria fatura, no verso do cart&atilde;o ou, simplesmente, procurar o telefone da central de atendimento no site da institui&ccedil;&atilde;o. Sen&atilde;o, quando for usar o cart&atilde;o em uma cidade distinta daquela que mora, corre o risco da transa&ccedil;&atilde;o com o cart&atilde;o demorar para ser liberada por fugir do seu padr&atilde;o tradicional de uso.</p> <p align="justify"><strong> Informe-se sobre os custos</strong></p> <p align="justify">Se voc&ecirc; n&atilde;o quer ter surpresas desagrad&aacute;veis ao voltar de viagem, deve se informar sobre os v&aacute;rios custos associados ao uso do seu cart&atilde;o. Desde os custos de saques, de uso do cr&eacute;dito rotativo e, no caso de viagens internacionais, a forma de c&aacute;lculo da fatura.</p> <p align="justify"> Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas de Cart&otilde;es de Cr&eacute;dito e Servi&ccedil;os (Abecs), o valor das transa&ccedil;&otilde;es, em qualquer moeda estrangeira, ser&aacute; convertido em d&oacute;lar americano e depois convertido para real na data de emiss&atilde;o da fatura.</p> <p align="justify">Al&eacute;m disso, sobre as transa&ccedil;&otilde;es efetuadas em moeda estrangeira, haver&aacute; incid&ecirc;ncia de IOF - Imposto sobre Opera&ccedil;&otilde;es Financeiras - e tamb&eacute;m poder&aacute; ser cobrada tarifa de convers&atilde;o.</p> <p align="justify"><strong>Leve poucos cart&otilde;es</strong></p> <p align="justify">Ainda que voc&ecirc; tenha v&aacute;rios cart&otilde;es, ao viajar, o ideal &eacute; que leve apenas um ou dois cart&otilde;es. Se voc&ecirc; est&aacute; viajando para o exterior, informe-se sobre qual o cart&atilde;o mais aceito naquela regi&atilde;o. Caso opte por levar mais de um cart&atilde;o, leve dois com bandeiras distintas e, preferencialmente, de bancos distintos. Na hora de escolher quais cart&otilde;es levar voc&ecirc; deve dar prefer&ecirc;ncia aos de maior limite, pois isso lhe d&aacute; maior flexibilidade na hora das compras. Para conferir o limite do seu cart&atilde;o, basta olhar na pr&oacute;pria fatura ou entrar em contato com o banco emissor do cart&atilde;o.</p> <p align="justify"> Como alguns estabelecimentos comerciais n&atilde;o aceitam todos os cart&otilde;es, mesmo que voc&ecirc; encontre adesivos na porta, pergunte, antes de efetuar a compra. Isso evita constrangimento e demora. O ideal, contudo, &eacute; que voc&ecirc; concentre suas contas em apenas um &uacute;nico cart&atilde;o de cr&eacute;dito: fica mais f&aacute;cil controlar suas despesas e impor limites nos gastos.</p> <p align="justify"><strong>Deixe os cart&otilde;es no cofre</strong></p> <p align="justify">Se voc&ecirc; tiver um cinto para colocar valores, pode us&aacute;-lo para guardar o seu cart&atilde;o, quando estiver viajando. Mas, cuidado para n&atilde;o deixar o cinto &agrave; mostra, caso contr&aacute;rio, ele perde o seu prop&oacute;sito. Se for sair e n&atilde;o precisar do cart&atilde;o, o melhor &eacute; deix&aacute;-lo no cofre do hotel. N&atilde;o o deixe no quarto, mesmo que estiver trancado na mala: n&atilde;o &eacute; seguro.</p> <p align="justify"><strong>Informe-se sobre o uso do caixa autom&aacute;tico</strong></p> <p align="justify"> Antes de viajar, informe-se no banco emissor do seu cart&atilde;o se no local para onde est&aacute; planejando viajar voc&ecirc; pode usar o seu cart&atilde;o para sacar dinheiro de caixas eletr&ocirc;nicos, assim como o valor que pode ser sacado.</p> <p align="justify">No caso de viagens internacionais, al&eacute;m de verificar quais caixas podem ser usados, &eacute; importante saber poss&iacute;veis custos adicionais nesse tipo de saque. Outra alternativa interessante s&atilde;o os novos traveller checks na forma de cart&atilde;o, que tamb&eacute;m s&atilde;o conhecidos como travel money. Al&eacute;m de seguros, esses cart&otilde;es possuem uma senha individual e oferecem custos mais atrativos, pois, ao contr&aacute;rio dos cart&otilde;es de cr&eacute;dito, n&atilde;o &eacute; cobrado IOF nas transa&ccedil;&otilde;es ou taxa por compra efetuada. Se, ao retornar, o cart&atilde;o ainda tiver um saldo residual, este poder&aacute; ser mantido para uma pr&oacute;xima viagem, ou sacado em reais nos caixas do banco emissor do cart&atilde;o.</p> <p align="justify"><strong>Guarde os seus recibos</strong></p> <p align="justify">Para sua maior seguran&ccedil;a, guarde todos os recibos de suas transa&ccedil;&otilde;es, sobretudo no caso de viagens internacionais. Al&eacute;m de ajudar a controlar seus gastos, os recibos v&atilde;o ajud&aacute;-lo a conferir a fatura do seu cart&atilde;o de cr&eacute;dito na volta.</p> <p align="justify">A fatura do cart&atilde;o em geral inclui um espa&ccedil;o para incluir a taxa de servi&ccedil;o. Muitos restaurantes deixam esse espa&ccedil;o em branco para que voc&ecirc; possa preench&ecirc;-lo. Se voc&ecirc; preferir deixar a gorjeta em dinheiro, tome o cuidado de riscar a parte de servi&ccedil;o e colocar o valor total da fatura sem o servi&ccedil;o. Isso evita que a fatura seja alterada posteriormente por algum gar&ccedil;om inescrupuloso.</p> <p align="justify"><strong>Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; cobran&ccedil;a dupla</strong></p> <p align="justify">Muitos estabelecimentos comerciais, como locadoras de carros, hot&eacute;is e restaurantes, pedem ao consumidor que d&ecirc; o n&uacute;mero do seu cart&atilde;o de cr&eacute;dito como forma de garantia no caso de reservas antecipadas.</p> <p align="justify">Quando isso acontecer, voc&ecirc; deve efetuar o pagamento com o cart&atilde;o cujo n&uacute;mero o estabelecimento comercial j&aacute; possui; caso contr&aacute;rio, corre o risco de ser cobrado duas vezes. Algumas pessoas mudam de id&eacute;ia e optam por pagar em dinheiro, ou trocam de cart&atilde;o, porque a data de vencimento &eacute; melhor, e acabam surpreendidos com uma cobran&ccedil;a indevida. Nestas horas, ter guardado os recibos certamente ajuda.</p> <p align="justify">Por &uacute;ltimo, lembre-se: a sua viagem s&oacute; termina quando voc&ecirc; conferir e pagar a fatura do cart&atilde;o. Analise com cuidado a fatura, avalie se houve algum erro, use seus recibos para isso. Com as informa&ccedil;&otilde;es que coletou antes da viagem voc&ecirc; tamb&eacute;m pode avaliar os custos cobrados pelos servi&ccedil;os prestados. Em caso de erro, entre em contato com a central de atendimento do banco emissor do seu cart&atilde;o, caso contr&aacute;rio, pague a fatura em dia para evitar encargos adicionais.</p> Fonte: Administradores.com.brPrevid&ecirc;ncia se volta &agrave; renda vari&aacute;velhttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=139 <p align="justify">A previd&ecirc;ncia privada captou at&eacute; novembro do ano passado R$ 19,44 bilh&otilde;es, o que representou avan&ccedil;o de 20,64% em rela&ccedil;&atilde;o a 2005, e deixou de ser apenas uma poupan&ccedil;a para a aposentadoria para se tornar mais uma op&ccedil;&atilde;o para se investir em longo prazo, que tem apresentado uma rentabilidade de at&eacute; 25% ao ano nos fundos com aloca&ccedil;&atilde;o em renda vari&aacute;vel, tanto nas op&ccedil;&otilde;es de PGBL (Plano Gerador de Benef&iacute;cio Livre) quanto no VGBL (Vida Gerador de Benef&iacute;cio Livre).</p> <p align="justify">Na gestora Icatu Hartford, os fundos com aloca&ccedil;&atilde;o em renda vari&aacute;vel, conhecidos como balanceados, j&aacute; representam 40% das aloca&ccedil;&otilde;es. A perspectiva, segundo o gestor de renda vari&aacute;vel da institui&ccedil;&atilde;o, Marcelo Gerbassi, &eacute; de que esse percentual venha crescer ainda mais com a queda da taxa de juros. &ldquo;O cen&aacute;rio para a Bolsa tem se mantido positivo nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos e deve repetir o bom desempenho no ano que vem&rdquo;, avalia.</p> <p align="justify">O fundo Icatu Hartford Composto 49 C, apresentou rendimento de 23,87% em 2006, e possui uma exposi&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 49% da carteira em renda vari&aacute;vel. A taxa de administra&ccedil;&atilde;o varia de 1,73% a 3%. A gestora tamb&eacute;m trabalha com outra fam&iacute;lia de fundos balanceados, a Icatu Hartford Minha Aposentadoria, cujo tempo de contribui&ccedil;&atilde;o varia de 2010 a 2040. Al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o em a&ccedil;&otilde;es, esses fundos tamb&eacute;m focam a compra de t&iacute;tulos de longo prazo indexados &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, que pagam a taxa do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;o ao Consumidor Amplo (IPCA) mais uma taxa fixa em torno de 7% a 8%, o que tem garantido um retorno superior a 20% ao ano.</p> <p align="justify">&ldquo;A busca por ativos de maior risco deve ser inevit&aacute;vel nos pr&oacute;ximos anos, o que dever&aacute; aumentar a concorr&ecirc;ncia entre os gestores de ativos&rdquo;, afirma Gerbassi.</p> <p align="justify">Ao todo os fundos de previd&ecirc;ncia da Icatu somam um patrim&ocirc;nio de R$ 1,1 bilh&atilde;o, sendo R$ 470 milh&otilde;es representados pelos fundos compostos.<br> A participa&ccedil;&atilde;o dos fundos de renda vari&aacute;vel na carteira de investimentos do segmento aumentou de 5% para 7% na Brasilprev. Segundo o diretor comercial da institui&ccedil;&atilde;o, Marco Ant&ocirc;nio Barros, conforme os investidores forem conhecendo o mercado essa parcela deve dobrar em tr&ecirc;s anos. &ldquo;Em 2007 o crescimento ainda dever&aacute; ser moderado, com a consolida&ccedil;&atilde;o do cen&aacute;rio da queda da taxa de juros&rdquo;, afirma.</p> <p align="justify">A Brasilprev registrou capta&ccedil;&atilde;o de R$ 2,3 bilh&otilde;es at&eacute; novembro, aumento de 21% em rela&ccedil;&atilde;o a 2005. O volume de ativos administrados atingiu R$ 12 bilh&otilde;es, com 1,025 milh&atilde;o de clientes. O segmento de investidores de alta renda cresceu cerca de 251% at&eacute; outubro de 2006.<br> </p> <p align="justify"><strong>Aposta em governan&ccedil;a</strong></p> <p align="justify">A Mapfre Seguros decidiu apostar na governan&ccedil;a corporativa das empresas e lan&ccedil;ou o fundo Mapfre Corporate Governance FIM em agosto de 2006, que acumulou rentabilidade de 18,68% no ano passado. De acordo com o diretor de previd&ecirc;ncia da Mapfre Seguros, Carlos Alberto Barreto, o objetivo &eacute; aplicar em a&ccedil;&otilde;es de empresas enquadradas nos n&iacute;veis I, II e Novo Mercado da Bovespa, que apresentem pol&iacute;ticas socialmente respons&aacute;veis, compromisso com transpar&ecirc;ncia e seguran&ccedil;a da divulga&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m de respeitar os acionistas minorit&aacute;rios. &ldquo;Buscamos retorno consistente em longo prazo, o que se aplica perfeitamente ao perfil dos fundos de previd&ecirc;ncia&rdquo;, diz.</p> <p align="justify">Cerca de 17% das capta&ccedil;&otilde;es est&atilde;o em fundos que aplicam em derivativos e a&ccedil;&otilde;es, participa&ccedil;&atilde;o, que segundo Barreto, deve chegar a 35% no ano que vem. A Mapfre firmou no final do ano passado uma parceria com a Hedging-Griffo e lan&ccedil;ou dois fundos de previd&ecirc;ncia: HG Multimercado Simples e o Plus. O segundo possui um perfil mais agressivo, voltado para investidores com renda anual acima de R$ 1 milh&atilde;o, e j&aacute; apresenta capta&ccedil;&atilde;o superior a R$ 7 milh&otilde;es. Lan&ccedil;ado no final do ano passado, o fundo apresentou boa performance em 2006 de 6,349%, e deve ser um dos principais produtos da gestora para o ano que vem. Al&eacute;m do Governance, a Mapfre possui outros dois fundos: Mapfre Corporate Multimercado Prev FI e Mapfre Maxi 20, que possui uma aplica&ccedil;&atilde;o de 20% da carteira em a&ccedil;&otilde;es, e acumularam rendimento de 19,21% e 15,75% respectivamente em 2006.</p> <p align="justify">A atratividade dos fundos de previd&ecirc;ncia privada come&ccedil;ou a mudar com no ano passado, em decorr&ecirc;ncia da Lei n&deg; 1.153, que alterou a tributa&ccedil;&atilde;o do imposto de renda, com a possibilidade de optar pela tabela regressiva, cujo imposto diminui &agrave; medida que aumenta o tempo de aplica&ccedil;&atilde;o.</p> <p align="justify">O patrim&ocirc;nio do setor da previd&ecirc;ncia privada aberta ultrapassou R$ 100 bilh&otilde;es em reservas, o que representa atualmente 4% do PIB. Segundo a proje&ccedil;&atilde;o do estudo da AlfaSul Capital, encomendado pela Brasilprev, esse percentual deve chegar a 9,6% do PIB em 10 anos.</p> <p align="justify">Segundo estimativas da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional da Previd&ecirc;ncia Privada (Anapp) os investidores de alto poder aquisitivo, que costumam realizar aportes de at&eacute; R$ 500 mil foram os principais respons&aacute;veis pelo crescimento de 30% das aplica&ccedil;&otilde;es em previd&ecirc;ncia privada.</p> Fonte: SegsPesquisa mostra decr&eacute;scimo na taxa m&eacute;dia para empr&eacute;stimohttp://www.foregon.com/noticias01.asp?id=138 <p>A an&aacute;lise comparativa das taxas de juros praticadas em 2006 pela Funda&ccedil;&atilde;o Procon-SP, &oacute;rg&atilde;o vinculado &agrave; Secretaria da Justi&ccedil;a e Defesa da Cidadania, constatou que o movimento das taxas m&eacute;dias apresentou tend&ecirc;ncia maior de queda, ao contr&aacute;rio do que ocorreu em 2005. A pesquisa demonstra que a taxa m&eacute;dia para empr&eacute;stimo pessoal foi de 5,36% ao m&ecirc;s e de 8,20%, no caso de cheque especial.<br> <br> O levantamento anual envolveu dez institui&ccedil;&otilde;es financeiras: HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Ita&uacute;, Santander, Nossa Caixa, Banco Real e Unibanco.<br> <br> <strong>Empr&eacute;stimo Pessoal </strong>- A taxa m&eacute;dia do empr&eacute;stimo pessoal foi de 5,36% ao m&ecirc;s, indicando um decr&eacute;scimo de 0,03 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; taxa m&eacute;dia de 2005, que era de 5,39% ao m&ecirc;s. O ano iniciou com uma taxa m&eacute;dia, entre os bancos pesquisados, de 5,42% e finalizou com uma taxa de 5,37%/m&ecirc;s, com varia&ccedil;&atilde;o negativa de 0,92%. Os bancos que apresentaram a maior taxa m&eacute;dia anual de empr&eacute;stimo pessoal foram o Ita&uacute; e o Real, com 5,95% a.m.; a menor taxa foi praticada pela Nossa Caixa, com 4,25% a.m.; uma diferen&ccedil;a de 1,70 pontos percentuais, que representa varia&ccedil;&atilde;o de 40%, entre a menor e a maior.<br> <br> <strong>Cheque Especial </strong>- A taxa m&eacute;dia do cheque especial em 2006 foi de 8,20% ao m&ecirc;s, menos 0,05 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; taxa m&eacute;dia de 2005, que era de 8,25% ao m&ecirc;s. O ano iniciou com uma taxa m&eacute;dia, entre os bancos pesquisados, de 8,31% e finalizou com uma taxa de 8,15% ao m&ecirc;s, varia&ccedil;&atilde;o negativa de 1,93%. O banco que apresentou a maior taxa m&eacute;dia anual de cheque especial foi o Ita&uacute;, com 8,50% a.m.; a menor foi praticada pela Caixa Econ&ocirc;mica Federal, com 7,33% a.m.; diferen&ccedil;a de 1,17 pontos percentuais, que representa varia&ccedil;&atilde;o de 15,96% entre a menor e a maior.<br> <br> O Procon-SP constatou que o movimento das taxas m&eacute;dias, tanto do empr&eacute;stimo pessoal quanto do cheque especial foi, fundamentalmente, de queda, ao contr&aacute;rio do que ocorreu em 2005. As varia&ccedil;&otilde;es mensais foram pequenas, assim como as respostas &agrave;s varia&ccedil;&otilde;es mensais da taxa Selic.<br> <br> O empr&eacute;stimo pessoal apresentou, nos tr&ecirc;s primeiros meses do ano, taxas m&eacute;dias mensais maiores &agrave;s de igual per&iacute;odo do ano anterior. Em abril, as taxas se equipararam e, a partir de maio, j&aacute; eram menores comparativamente. A trajet&oacute;ria de queda seguiu durante todos os meses do ano, sendo interrompida somente nos meses de julho e dezembro, com alta em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior.<br> <br> O cheque especial seguiu a mesma tend&ecirc;ncia. A trajet&oacute;ria de queda foi interrompida em junho, com pequena alta em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior e, nos dois &uacute;ltimos meses, as taxas m&eacute;dias mensais mantiveram-se praticamente est&aacute;veis.<br> <br> <strong>PANORAMA DO MERCADO</strong></p> <p>O ano de 2006 come&ccedil;ou com previs&otilde;es de desacelera&ccedil;&atilde;o da expans&atilde;o do cr&eacute;dito para a pessoa f&iacute;sica e certo temor de que o comportamento das taxas de juros pudesse ser influenciado pelas instabilidades de um ano eleitoral.<br> <br> As reuni&otilde;es do Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do Banco Central (COPOM) deixaram de ser mensal e passaram a ser a cada 45 dias. No calend&aacute;rio do COPOM, portanto, foram previstas apenas oito reuni&otilde;es em 2006, em vez das tradicionais doze reuni&otilde;es que vigoraram entre 1996 e 2005.<br> <br> Na reuni&atilde;o de janeiro (17 e 18/01/06), o COPOM decidiu alterar a Taxa Selic de 18% para 17,25% ao ano; um corte de 0,75 ponto percentual. Essa decis&atilde;o ratificou a tend&ecirc;ncia de queda da taxa b&aacute;sica, iniciada em setembro de 2005.<br> <br> Apesar da eleva&ccedil;&atilde;o dos principais &iacute;ndices de infla&ccedil;&atilde;o no in&iacute;cio do ano (face &agrave; alta nos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis), o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico era favor&aacute;vel a uma maior flexibiliza&ccedil;&atilde;o dos juros.<br> <br> O n&iacute;vel de inadimpl&ecirc;ncia, no entanto, foi o principal argumento das institui&ccedil;&otilde;es financeiras para n&atilde;o diminuir substancialmente suas taxas. Especialmente no varejo, o n&iacute;vel de endividamento do consumidor deu um salto no primeiro trimestre, em raz&atilde;o do cr&eacute;dito farto e das despesas t&iacute;picas de Natal e in&iacute;cio do ano.<br> <br> Nas reuni&otilde;es de mar&ccedil;o e abril do COPOM, os cortes continuaram a ser de 0,75 ponto percentual e a Taxa Selic passou de 17,25% para 16,50% em mar&ccedil;o e, desta, para 15,75% em abril. Ainda assim, as mudan&ccedil;as na equipe econ&ocirc;mica do governo deixaram o mercado mais cauteloso quanto &agrave; pol&iacute;tica de redu&ccedil;&atilde;o das taxas.<br> <br> Embora a infla&ccedil;&atilde;o estivesse sob controle, havia uma preocupa&ccedil;&atilde;o das autoridades monet&aacute;rias quanto a um crescimento da press&atilde;o de demanda. Um conjunto de medidas adotadas pelo governo federal colocou mais dinheiro em circula&ccedil;&atilde;o, entre as quais o aumento do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e a corre&ccedil;&atilde;o da tabela do imposto de renda.<br> <br> Ap&oacute;s tr&ecirc;s redu&ccedil;&otilde;es consecutivas de 0,75 ponto percentual na Taxa Selic, o COPOM decidiu, na reuni&atilde;o de maio, efetuar um corte de 0,50 ponto percentual e a taxa b&aacute;sica passou de 15,75% para 15,25% ao ano.<br> <br> No plano internacional, a preocupa&ccedil;&atilde;o se concentrava na disparada do pre&ccedil;o do petr&oacute;leo, em fun&ccedil;&atilde;o da crise no Oriente M&eacute;dio e da possibilidade de alta dos juros nos EUA, onde os pap&eacute;is s&atilde;o mais atrativos para os investidores estrangeiros.<br> <br> A desvaloriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar e a defla&ccedil;&atilde;o dos alimentos foram essenciais para a baixa taxa de infla&ccedil;&atilde;o no primeiro semestre de 2006. Na esteira da expans&atilde;o do cr&eacute;dito, a inadimpl&ecirc;ncia de pessoa f&iacute;sica no pa&iacute;s encerrou o primeiro semestre com uma alta de 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, segundo informa&ccedil;&otilde;es da Serasa. As amplas ofertas de financiamento, combinada com o crescimento modesto dos sal&aacute;rios, facilitaram o endividamento.<br> <br> Na quinta reuni&atilde;o do COPOM, ocorrida nos dias 18 e 19 de julho, novamente houve redu&ccedil;&atilde;o de 0,50 ponto percentual na taxa b&aacute;sica. A Taxa Selic passou de 15,25% para 14,75% ao ano e continuou decrescendo 0,50 ponto percentual a cada reuni&atilde;o, encerrando o ano em 13,25%.<br> <br> A decis&atilde;o de baixar sistematicamente a taxa foi pautada na infla&ccedil;&atilde;o sob controle e no fraco crescimento econ&ocirc;mico.<br> <br> Embora essa taxa b&aacute;sica, em termos nominais, seja a menor da hist&oacute;ria brasileira, o pa&iacute;s ainda lidera o ranking dos juros reais (Taxa Selic descontada a infla&ccedil;&atilde;o). &Eacute; evidente a influ&ecirc;ncia dos movimentos da taxa b&aacute;sica da economia na defini&ccedil;&atilde;o das taxas finais cobradas pelas institui&ccedil;&otilde;es financeiras. No entanto, observa-se que o juro banc&aacute;rio recua menos que a Selic.<br> <br> O custo do dinheiro para os bancos e financeiras, cujo balizador &eacute; a proje&ccedil;&atilde;o dos juros futuros, deixou de ser o fator de maior peso na composi&ccedil;&atilde;o da taxa na ponta, cedendo lugar a outros fatores: custo das restri&ccedil;&otilde;es monet&aacute;rias (dep&oacute;sitos compuls&oacute;rios), custos operacionais, carga tribut&aacute;ria e inadimpl&ecirc;ncia. N&atilde;o podemos esquecer, contudo, que o lucro tamb&eacute;m &eacute; um fator de peso na composi&ccedil;&atilde;o das taxas de juros e que os bancos brasileiros continuam a registrar rentabilidade elevada e excelente margem de lucro.<br> <br> Todos esses fatores comp&otilde;em o chamado &quot;spread&quot; banc&aacute;rio &ndash; diferen&ccedil;a entre o que os bancos pagam para captar recursos no mercado e o que cobram do consumidor &ndash; que continua muito alto.<br> <br> Para tentar estimular a concorr&ecirc;ncia banc&aacute;ria e reduzir o custo dos empr&eacute;stimos, o governo anunciou, no in&iacute;cio de setembro, um pacote de medidas. Dentre elas, estavam a obrigatoriedade da conta sal&aacute;rio, com transfer&ecirc;ncia autom&aacute;tica de recursos; a portabilidade das d&iacute;vidas, com isen&ccedil;&atilde;o de impostos e a cria&ccedil;&atilde;o do Cadastro Positivo com o perfil dos clientes. A portabilidade do cadastro do cliente e a do cr&eacute;dito em geral j&aacute; est&atilde;o valendo, mas as demais medidas dependem de regulamenta&ccedil;&atilde;o.<br> <br> O an&uacute;ncio das medidas estimulou alguns bancos a lan&ccedil;ar um conjunto de &quot;facilidades&quot; para impulsionar as opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito (principalmente para as linhas de ve&iacute;culos e cr&eacute;dito pessoal).</p> <p>Esse conjunto inclui contrata&ccedil;&otilde;es por caixa autom&aacute;tico, Internet ou telefone; n&atilde;o exig&ecirc;ncia de avalistas para determinados valores; amplia&ccedil;&atilde;o de prazos de financiamento; oferta de car&ecirc;ncias para pagamento da primeira parcela, entre outras.<br> <br> A palavra de ordem &eacute; cautela. Ao longo de todo este ano, procurou-se alertar o consumidor para a necessidade de planejar seu or&ccedil;amento com crit&eacute;rio, recorrendo ao cr&eacute;dito somente em casos de real necessidade, comparando custo-benef&iacute;cio e, finalmente, evitar a inadimpl&ecirc;ncia. O alerta dever&aacute; se manter para o pr&oacute;ximo ano.<br> <br> O foco deste trabalho n&atilde;o &eacute; somente informar o consumidor sobre a conjuntura a que ele est&aacute; sujeito, mas tamb&eacute;m sensibiliz&aacute;-lo para a ado&ccedil;&atilde;o de uma postura racional em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo e &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o do dinheiro. O superendividamento &eacute; um fen&ocirc;meno que tem crescido nos &uacute;ltimos anos e constitui motivo de grande preocupa&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os de defesa do consumidor em geral e da Funda&ccedil;&atilde;o Procon-SP, em particular</p> Fonte: Procon-SPDPVAT &ndash; Seguro Obrigat&oacute;rio mais caro em 2007http://www.foregon.com/noticias01.asp?id=137 <p align="justify">O Conselho Nacional de Seguros Privados, ligado ao Minist&eacute;rio da Fazenda, divulgou o aumento do Seguro Obrigat&oacute;rio de Danos Pessoais Causados por Ve&iacute;culos Automotores (DPVAT), que ficou 11,13% mais caro para o pr&oacute;ximo ano, para propriet&aacute;rios de carros particulares, de aluguel e de t&aacute;xis. Com o aumento, o seguro obrigat&oacute;rio passa de R$ 76,08 para R$ 84,55. Para os propriet&aacute;rios de motocicletas, o reajuste &eacute; de 33,56%, com o seguro passando de R$ 137,65 para R$ 183,84. </p> <p align="justify">O seguro DPVAT tem a finalidade de amparar as v&iacute;timas de acidentes de tr&acirc;nsito em todo o territ&oacute;rio nacional, sejam pedestres, passageiros ou motoristas e tenham ou n&atilde;o responsabilidade direta pelo acidente. </p> <p align="justify">Segundo o consultor jur&iacute;dico da gestora operacional do DPVAT, a Federa&ccedil;&atilde;o Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitaliza&ccedil;&atilde;o (Fenaseg), M&aacute;rio Waichenberg, o impacto maior para os donos de motocicletas &eacute; decorrente do n&uacute;mero elevado de acidentes envolvendo esses ve&iacute;culos. A categoria tamb&eacute;m engloba motonetas, ciclomotores e similares. </p> <p align="justify">&ldquo;Houve nos &uacute;ltimos anos um acr&eacute;scimo muito grande da atividade de mototaxistas, de motoboys, de motos usadas como ve&iacute;culo de transporte para entregas r&aacute;pidas. Isso tem ocasionado uma sinistralidade muito expressiva nessa carteira&rdquo;, disse Waichenberg em entrevista &agrave; R&aacute;dio Nacional AM. Ele tamb&eacute;m ressaltou que esse tipo de acidente com moto, &ldquo;de modo geral, traz conseq&uuml;&ecirc;ncias mais danosas para as v&iacute;timas&rdquo;. </p> <p align="justify">O CNSP tamb&eacute;m reajustou as indeniza&ccedil;&otilde;es pagas em decorr&ecirc;ncia dos acidentes de tr&acirc;nsito. A cobertura por morte passou de R$ 13.479,48 para R$ 13,5 mil. Para invalidez permanente, a indeniza&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima tamb&eacute;m pode chegar a esse valor (antes era de R$ 13.479,48).</p> Fonte: Segs.com.br