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Ativos reais: o que são e quais os riscos?

Por BloxsPublicado em

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Ativos reais são alternativas para diversificar a carteira de investimentos. (Imagem: Pixabay)

Você sabe o que são ativos reais? Quem é investidor compreende a importância de evitar os altos e baixos do mercado tradicional, apostando em estratégias que ajudem na administração dos riscos do portfólio. 

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Mas, quais são essas estratégias para evitar a volatilidade do mercado tradicional e ter uma carteira de alta performance? O investimento em ativos reais – ou ativos alternativos – é uma das alternativas mais importantes para possibilitar a diversificação da carteira de investimentos.

Nos tópicos a seguir você vai entender melhor o que são os ativos reais, seu conceito, importância e alguns exemplos que podem te ajudar a garantir uma carteira de investimentos de alta performance.

O que são ativos reais?

O primeiro ponto é entender o conceito de ativos reais. Também conhecidos como ativos alternativos ou investimentos alternativos, trata-se de uma modalidade de ativos lastreados na economia real, ou seja, que estão relacionados àquilo que pode ser sentido no dia a dia, a exemplo da inflação, PIB, taxas de emprego e outros fatores ligados à sociedade e suas capacidades produtivas e de desenvolvimento.

Portanto, o investidor pode investir diretamente no setor e não apenas comprar ações de uma empresa, diferentemente dos investimentos tradicionais, como bolsa de valores, títulos de renda fixa e outros, o que constitui uma forma alternativa de investir em meio às limitações do mercado financeiro tradicional.

Por conta disso, os ativos reais vêm ganhando cada vez mais força. Para entender melhor sobre isso, é fundamental compreender a evolução do mercado financeiro.

Evolução do mercado financeiro nos últimos anos

Pode-se afirmar que o mercado financeiro passou por três 3 fases importantes: acessibilidade aos ativos de investimento, desbancarização e desintermediação.

Vamos explicar cada uma dessas fases para que você compreenda melhor a evolução do mercado financeiro nos últimos anos.

1. Acessibilidade aos ativos de investimento

A tecnologia deu um salto no Brasil entre os anos de 2003 e 2008. A internet era a principal responsável por mediar as operações financeiras, desde transferências bancárias e outras operações simples, à compra de títulos e operações mais complexas.

 Dessa forma, foi possível ter acesso às possibilidades de investimento direto em papéis negociados na Bolsa através do home broker, bem como a fundos de investimento que não se estabeleciam a partir de seus bancos. Foi o surgimento da Indústria da Plataforma de Arquitetura Aberta.

Nesse período, a taxa de juros alcançava os 26% ao ano, o que dificultava o entendimento por parte dos investidores quanto à possibilidade de alocar em sua carteira investimentos alternativos lastreados na economia real.

2.     Desbancarização

Em seguida, se deu a fase da desbancarização. Com a crise econômica de 2008, que ficou conhecida como crise do subprime, muitos americanos quebraram. Foi justamente aí que os ativos alternativos passaram a se tornar conhecidos por uma parte dos investidores, apesar de ainda não serem vistos por eles como uma possibilidade de investimento.

Isso se deu por conta da queda da bolsa, que levou os investidores a ficarem alerta e buscarem outras alternativas de aplicação financeira, diferente da dinâmica dos grandes bancos.

Neste cenário, as plataformas de investimento passaram a ser percebidas pelos investidores, que se deram conta também da necessidade de especialistas para os investimentos. Entretanto, as pessoas com expertise no assunto já não estavam mais nos grandes bancos, e sim, criando suas próprias gestoras de recursos.

A partir daí, surgiram movimentos de conscientização por parte de corretoras e agentes de investimentos com o intuito de mostrar ao investidor possibilidades de investimento, além das instituições bancárias. Foi a fase da desbancarização.

O movimento alcançou resultados positivos, visto que, atualmente os investidores sabem que é possível investir e acessar produtos de investimentos fora das instituições financeiras tradicionais, a exemplo dos fundos de crédito, fundos de ações multimercado, debêntures, tesouro direto, títulos de renda fixa e outros.

3.     Desintermediação

Já em 2017, surgiu a fase chamada de desintermediação que se estende até os dias atuais, que consiste nas oportunidades proporcionadas pelas inovações tecnológicas e amparadas pela regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A desburocratização é a palavra da vez nesta fase, afinal, as pessoas têm buscado processos mais ágeis e rápidos em todas as áreas. No mundo dos investimentos, isso representa a possibilidade de acesso direto ao mercado de investimentos e a produtos da economia real, como os ativos reais.

Com essa evolução surgiram as fintechs que atualmente oferecem as grandes oportunidades de lucros e a Bloxs é uma delas.

Mas como funciona o mercado de ativos reais?

Agora que você já sabe o conceito de ativos reais e o contexto no qual eles surgiram, deve estar se perguntando: como funcionam?

Como já explicamos nos tópicos anteriores, o mercado de ativos reais se dá por meio de operações de investimentos alternativos lastreados na economia real e ligados ao mercado de capitais por estarem disponíveis como títulos de valores mobiliários.

Nesse sentido, as fintechs surgiram justamente como uma forma de possibilitar a qualquer investidor o acesso a esse tipo de produto. Importante frisar que é fundamental buscar fintechs e plataformas de financiamento coletivo certificadas e autorizadas pela CVM, como a Bloxs.

Os principais modelos de ativos reais no Brasil são:

·       Debêntures: são títulos de crédito emitidos por sociedades, para terceiros, uma forma de captação de recursos com lastro em uma atividade da economia real;

·       Private Equity: tipo de investimento no qual o investidor aporta capital em empresas ou projetos em expansão, sendo necessário ter uma aplicação em um fundo de investimento;

· Crowdfunding: também conhecido como investimento coletivo, consiste na união de recursos de investidores para a concretização de negócios ou empreendimentos.

Benefícios dos ativos reais

Quais as vantagens dos ativos reais? Podemos destacar entre elas a baixa volatilidade. Isso porque os ativos reais apresentam baixa ou nenhuma correlação com o mercado financeiro tradicional.

Outros benefícios dos ativos reais são:

·       Segurança: os ativos reais apresentam baixa liquidez, o que garante maior segurança e o equilíbrio entre alfa x beta de uma carteira de investimentos, além de retorno sólido e rentabilidade estável.

·       Proteção ao patrimônio: não é difícil encontrar histórias de investidores que perderam tudo nas quedas dos mercados de ações. Os ativos reais impedem que isso aconteça, por isso, uma dica é destinar uma parte do portfólio da carteira de investimentos para os ativos reais.

· Diversificação da carteira: os ativos reais são uma estratégia inteligente para quem busca diversificar a carteira de investimentos e manter ou gerar uma alta capacidade de gerar alfa.

Os tipos de ativos reais são imobiliários, comerciais, agronegócio, ouro, judiciais, energia e florestais. E quais são os riscos de investir em ativos reais? Veja a seguir!

Riscos dos ativos reais

Os riscos de investir em ativos reais são a baixa liquidez, a falta de conhecimento dos investidores, os retornos variáveis, a regulamentação e os riscos inerentes às modalidades de investimentos.

A baixa liquidez se dá justamente por não ter correlação com o mercado financeiro tradicional. Na Bloxs, por exemplo, os investimentos não apresentam liquidez, mas possuem uma alta rentabilidade, que é uma característica dos ativos reais.

A regulamentação é outro fator que precisa ser levado em consideração pelos investidores e ela está relacionada com a falta de conhecimento dos investidores sobre esses investimentos. É fundamental reforçar que todo e qualquer investimento em ativo real precisa estar regulamentado de acordo com as normas da CVM.

Com relação aos retornos variáveis, é importante que os investidores entendam que os ativos reais não geram renda fixa, mas a variação do alfa gerado é superior às taxas dos investimentos em ativos financeiros.

Por fim, cada modalidade de investimento alternativo apresenta riscos específicos. Para que você entenda melhor, daremos o exemplo da Bloxs, que disponibiliza as categorias Equity e Debt (Dívida). Na equity, o investidor se torna sócio do investimento e, portanto, corre os mesmos riscos referentes àquela atividade econômica.

Já nas ofertas de dívida, o risco é o da inadimplência, ou seja, daquele ofertante, empreendimento ou projeto não conseguir realizar o pagamento ao investidor. Para minimizar estes riscos, são estabelecidas garantias sólidas nos contratos das operações, principalmente aquelas lastreadas em dívida.

Como investir em ativos reais?

Agora que você já entendeu as vantagens dos ativos reais, como investir? Para realizar investimentos em ativos reais, é necessário buscar plataformas de investimento alternativos autorizadas pela CVM. A Bloxs é uma delas.

A Bloxs é a primeira plataforma digital do país a oferecer uma diversidade de investimentos em diferentes ativos reais, como judiciais, geração de energia, segmento comercial, imobiliário e agronegócio.

Portanto, para os investidores que buscam projetos promissores com chances de alta rentabilidade terão à sua disposição uma gama de negócios nos mais diversos setores. Já os empreendedores que desejam expandir os seus negócios, encontrarão na Bloxs a possibilidade de acesso ao mercado de capitais à formação da sua própria base de investidores que permitirão a obtenção de recursos para tirar projetos do papel.

Entre os diferenciais da Bloxs podemos destacar:

·       Projetos com retornos sólidos e rentáveis: 15% a 25% a.a. com prazos de duração variáveis;

· Participação ativa nos investimentos: o investidor se torna sócio do negócio;

·       Garantias contratuais sólidas: as operações seguem o estabelecido pela CVM e garantia sólidas;

·       Diversificação: é possível diversificar de 10% a 30% da carteira em ativos alternativos de diferentes segmentos;

· Baixa ou nula correlação com a bolsa de valores.

Quer saber mais sobre como investir em ativos reais? Entre em contato com a Bloxs e tire todas as suas dúvidas.

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Somos uma fintech, cuja missão é fornecer acesso fácil a investimentos alternativos de alta qualidade, antes restrito a investidores institucionais, family offices e clientes ultra high. Tudo isso, 100% online e com a segurança de um mercado regulado e autorizado pela CVM, de acordo com a instrução 588.

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