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Auxílio Emergencial pode ser prorrogado até 2022? Entenda

Por Camila SilveiraPublicado em

Um setor do governo estuda prorrogar o Auxílio Emergencial até dezembro deste ano com o mesmo valor e futuramente ir reduzindo, aos poucos, o valor do benefício em 2022. Essas informações foram levantadas pelo jornalista do O Globo, Lauro Jardim.

De acordo com o apontamento, o motivo para uma nova prorrogação é justamente evitar o corte do benefício que deixará milhões de pessoas desamparadas financeiramente. Além disso, a economia do país ainda enfrenta dificuldades no período de pandemia, mesmo com o avanço das vacinas e a redução dos casos de Covid-19.

Tal possibilidade vem sendo discutida em duas frentes: uma delas no Congresso Nacional e outra por meio de estudos de viabilidade, bem como simulações, valores, custos e tempo de duração.

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Guedes é contra a prorrogação do Auxílio Emergencial

Ao mesmo tempo em que alguns parlamentares demonstram interesse em uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial, Paulo Guedes, ministro da economia, descarta uma nova extensão do benefício.

Segundo Guedes, o governo deve se preocupar agora em liberar o novo programa de renda social chamado Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família a partir de novembro de 2021.

Para o jornalista Igor Gadelha, o Congresso Nacional pode aproveitar a prorrogação do benefício para aumentar seu valor em ano eleitoral, sendo um tanto quanto perigoso para a economia do país.

Como o benefício não consta no teto de gastos para o ano que vem, ele poderá ser reajustado sem contrapartida fiscal. Sendo assim, caso o Auxílio seja corrigido de acordo com a inflação, que atualmente está em cerca de 10%, o benefício de R$ 375 pago às famílias monoparentais, poderia subir para R$ 412,50 em 2022.

Como ficam os beneficiários com o fim do Auxílio Emergencial?

Aqueles que comprovarem situação de vulnerabilidade social ao governo, poderão participar do novo programa Auxílio Brasil e, como resultado, receber parcelas de R$ 300 por mês.

Apesar de estar definido, o programa que vem para substituir o Bolsa Família ainda tem uma série de questões que precisam ser trabalhadas. O governo deve encontrar uma forma de custeio que não ultrapasse o teto de gastos, situação até o momento delicada e sem grandes soluções.

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Camila Silveira

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, adora descomplicar os cartões de crédito, empréstimos, financiamentos, seguros, contas digitais, entre outros. Boa parte do seu trabalho é acompanhar a movimentação dos bancos e instituições financeiras para trazer as principais notícias do mercado.

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