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Como a queda da Bolsa de Valores impacta a sua vida financeira

Por Jennifer FigueiredoPublicado em
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Após uma disputa de preços pelo barril de petróleo entre Arábia Saudita e Rússia, houve uma queda na Bolsa de Valores de vários países, abalando o mercado financeiro. Neste artigo, você acompanha as últimas informações apuradas nos portais de notícias (Agência Brasil, G1 e UOL), para entender as consequências que essa crise pode trazer para a vida financeira dos brasileiros.

O que provocou a queda na Bolsa de Valores?

A queda da Bolsa de Valores dos países teve início após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep +) tentarem uma negociação para diminuir a produção da commodity e voltar a aquecer os preços no mercado global. Essa desvalorização se dá pelo novo coronavírus (COVID-19), descoberto na China, que se alastrou para outras partes do mundo.

Esse acordo, não teve aderência por parte da Rússia, o que ocasionou uma resposta da Arábia Saudita, que aumentou sua produção de petróleo e fez os preços despencarem. Com isso, o dólar comercial atingiu a marca de R$ 4.72, na segunda-feira e a Bolsa de Valores do Brasil operou em queda histórica de 12%. Mas, como isso afeta o cotidiano da população?

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Impactos na vida financeira com a queda da Bolsa

As consequências da queda na Bolsa de Valores impactam o mercado financeiro. Por isso, investidores de grande, médio e pequeno porte devem estar atentos a essa desvalorização, principalmente nas ações de companhias petrolíferas, como a Petrobras.

A melhor forma de manter uma certa estabilidade é variar sua carteira de ações e estar preparado para as oscilações. Para quem deseja começar a investir na Bolsa de Valores nacional (B3), a queda pode ser um bom momento, pois será feita a compra de ações por um valor reduzido, esperando ter lucros no futuro.

Em relação à queda de ações da Petrobras, que chegou a quase 30% (09/03), isso pode resultar em uma diminuição dos preços de combustíveis nas refinarias. Outra consequência positiva para o consumidor é uma possível baixa no preço dos produtos. Caso a gasolina e o diesel fiquem mais baratos, o transporte de produtos e alimentos se torna mais econômico.

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Jennifer Figueiredo

Graduanda em Jornalismo pela Universidade do Oeste Paulista e Redatora na Foregon, gosta de falar sobre os produtos financeiros que oferecem as melhores vantagens. Nas horas vagas, procura a companhia de amigos para descontrair.

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