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Como a Selic a 5% afeta a sua vida?

Por Leonardo JacominiPublicado em
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Você que acompanha os noticiários pela TV ou internet, deve ter visto que a Selic caiu de 5,5% para 5% ao ano. Mas, você sabe como essa decisão pode afetar a sua vida?

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, reduziu na quarta-feira (30), o valor da taxa básica de juros da economia, ou como a conhecemos, Selic.

Essa reunião acontece a cada 45 dias. Desde julho deste ano, o percentual vem caindo e ficando perto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) de 4,25% em 2019.

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A previsão é de que

a Selic tenha uma queda de meio ponto percentual ainda em dezembro. Para o ano que vem, o otimismo continua, com a meta estabelecida em 4%.

E qual a importância da Selic?

Como você viu, a Selic é a taxa básica de juros. É esse resultado que vai indicar os percentual de juros dos produtos de crédito que você utiliza.

Ou seja, a Selic mais baixa é sinônimo de mais oportunidade para as famílias brasileiras e empresas também.

Isso significa crédito mais barato, como empréstimos e financiamentos. A consequência está em fomentar a volta do consumo e fortalecer a atividade econômica nacional.

Sabe os juros do cartão de crédito, cheque especial e tudo aquilo que envolve “dinheiro emprestado”? Então, eles tendem a ficar mais baratos.

Só para ter uma ideia de como funciona essa sacada da economia, quando a inflação está alta ou indica que ficará acima daquela meta da CMN, o Copom eleva a Selic, fazendo os juros ficarem mais altos, freando o consumo por encarecer o crédito. E se há uma queda na circulação de dinheiro, a inflação tende a cair.

E o que acontece agora é o contrário. Com a inflação controlada, dentro da meta, é possível reduzir os juros (Selic), fazendo aumentar a circulação de dinheiro e consumo.

E os investimentos com base na Selic, como ficam?

Nem sempre pode ser uma notícia boa a queda dos juros. Para os pequenos investidores ou até mesmo os consolidados em Selic, perde-se rendimento.

Tesouro Direto e rendimento CDI, tendem a cair, já que são calculados sobre a inflação. E com a Selic baixa, o dinheiro não rende tanto quanto antes.

Mas, se serve como pelo menos um alívio, investimentos com base na Selic ainda rendem mais que uma poupança tradicional. Um bom exemplo é quando o rendimento está em 100% ou mais do CDI.

Hoje, o CDI em 100% pode render 4,9% ao ano. Já a poupança, sempre que a Selic fica abaixo de 8,5%, ela rende 70% mais a Taxa Referencial (TR), calculada pelo Banco Central. No momento, a poupança rende 3,5% ao ano.

Por isso, vale a pena estudar onde aplicar o seu dinheiro. Dê preferência aos que não cobram taxa de administração e que rendam 100% ou mais do CDI.

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Leonardo Jacomini

Jornalista e Produtor de Conteúdo Multimídia. É Redator e Editor na Foregon. Gosta de escrever sobre dicas úteis para o dia a dia, ainda mais quando o tema é economizar. Adora livros e assistir filmes e séries em seu tempo livre.

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