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    1. Dicas Financeiras

    Conheça as principais modalidades de crédito disponíveis no mercado

    Por Banco PANPublicado em
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    Existem diferentes formas de conseguir crédito. Mas o que é exatamente crédito? Em finanças, crédito é a confiança de que uma pessoa ou empresa vai receber de volta o dinheiro emprestado.

    É por isso, aliás, que quem empresta, recebe o nome de “credor”. Porque “crê” que vai receber. Quando pega um crédito (como um empréstimo, por exemplo), você assume um compromisso financeiro, legal e — por que não? — moral de devolver aquele dinheiro.

    Existem no mercado regras que definem as condições de uso do crédito. Cada um tem as suas características. Alguns serão mais rentáveis para o credor e, portanto, mais caros para quem toma o empréstimo.

    Por isso, na hora de usar o dinheiro dos outros, você precisa estudar bem qual a opção mais adequada para não pagar, por exemplo, taxas de juros mais altas do que deveria. Em muitos casos, escolhas malfeitas podem transformar o crédito em um pesadelo. Como disse o filósofo inglês Francis Bacon, considerado pai da ciência moderna, “o dinheiro é um bom criado, mas um péssimo senhor”.

    Listamos, então, seis modalidades de crédito muito usadas no Brasil. Em todos os casos, a taxa de juros pode variar conforme a instituição financeira e o perfil do cliente que pede o crédito.

    #1 Empréstimo pessoal

    Em alguns bancos, é também conhecido com crédito pessoal. Costuma ser uma modalidade de crédito rápido e prático. Em muitos casos, é contratado por meio do aplicativo do próprio banco. O usuário pode fazer uma simulação, escolhendo valor do empréstimo e quantidade de parcelas, antes de fechar a contratação.

    #2 Crédito consignado

    É destinado somente a aposentados e pensionistas do INSS, servidores públicos e pensionistas de órgãos federais, estaduais e municipais, militares e pensionistas das Forças Armadas. Não é, portanto, qualquer pessoa que tem acesso a ele. O valor das parcelas é descontado diretamente do benefício ou do salário de quem toma esse empréstimo. Por isso mesmo cada parcela não pode representar mais do que 30% do total dos vencimentos.

    #3 Rotativo do cartão de crédito

    O cartão de crédito, por si só, já é uma forma de crédito — o próprio nome indica isso. Afinal, ele já oferece um crédito a ser usado para ser pago posteriormente. E é um crédito barato, uma vez que, pagando integralmente e em dia a fatura, não há cobrança de juros. Acontece que, se você não pagar o valor integral da fatura, daí então você passa a pagar pelo uso do crédito. É o chamado crédito rotativo. Os juros passam a incidir sobre o saldo que você deixa de pagar naquele mês.

    #4 Cheque especial

    O cheque especial é um limite pré-aprovado disponível para uma pessoa usar em sua conta bancária. Significa que você tem o seu saldo na conta e, além dele, mais um limite que pode usar quando bem entender. Mas cuidado: quando usa o cheque especial, você paga não apenas os juros cobrados pelo banco mas também o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), de 0,38%, cobrado a cada operação na conta que estiver no vermelho.

    #5 Crédito educacional (Prouni)

    O Prouni é um sistema de financiamento de educação do governo que existe desde 2014. Está disponível para estudantes de famílias de baixa renda que queira entrar em universidades particulares. Ele fornece bolsas de 50% a 100% do curso que permitem pagar as mensalidades somente depois de formado. Para aqueles que não conseguirem a bolsa integral, é possível conseguir financiamento também do Programa de Financiamento Estudantil (Fies), com juros relativamente baixos.

    #6 Refinanciamento imobiliário

    Quando uma empresa concede um empréstimo, ela precisa ter uma garantia em troca. Se você oferecer a sua casa ou apartamento como garantia, essa empresa está segura. Em outras palavras, se você não pagar a dívida, ela pode tomar o seu imóvel para quitar o que você deve. Simples assim. É por isso que o refinanciamento costuma dar certo e, mais do que isso, com juros relativamente baixos. Porque o risco do credor é baixo.

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