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CVM lança programa de educação financeira para profissionais

Por Camila SilveiraPublicado em

Foi lançado no dia 19 de outubro deste ano, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), um programa para cadastrar pessoas e profissionais interessados em se tornar instrutores de educação financeira em instituições públicas e privadas. A entidade tem como propósito levar esse conceito para o ambiente de trabalho.

Quem quiser participar deve ter um conhecimento prévio relacionado ao assunto e conferir essas e demais informações sobre o Programa na página oficial chamada "Bem-Estar Financeiro: Multiplicadores". De acordo com a autarquia, serão disponibilizados para os interessados "todo o suporte de conteúdo (material), apoio técnico (dúvidas) e atualização (sala virtual)".

A CVM ressalta, também, que o cadastro realizado como multiplicador do Programa não garante e nem autoriza que o profissional possa exercer qualquer atividade regulamentada no mercado de capitais. O cadastro também não simboliza qualquer tipo de capacitação ou formação relacionada ao conteúdo do Programa.

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Segundo a reguladora de mercados, as pessoas e os profissionais interessados no Programa de educação financeira não poderão divulgar e nem comercializar produtos e serviços, ou qualquer outra forma de utilização do curso para fins comerciais.

Entenda qual é o propósito da CVM com o programa de educação financeira

De acordo com a CVM, a sua principal finalidade com o Programa é melhorar o bem-estar financeiro das pessoas, ajudando no controle e planejamento financeiro, consumo consciente, autonomia nas tomadas de decisão e, principalmente, na redução do endividamento.

O curso foi preparado com base em um modelo que mostra que a mudança de comportamento individual ocorre de forma gradual e contínua, passando por cinco estágios. Entenda como isso funciona.

Na pré-contemplação, o indivíduo que deve melhorar o bem-estar financeiro não tem a consciência de que precisa mudar o seu comportamento, e não pretende agir nos próximos seis meses. Em seguida, na contemplação, o indivíduo já tem consciência de necessidade de mudança e planeja agir dentro dos próximos seis meses, sem ainda saber como.

Na sequência, na preparação, o indivíduo deseja agir nos próximos trinta dias e começa a tomar as devidas providências. Na ação, o sujeito já iniciou o processo de mudança e apresentou alterações visíveis no comportamento no último semestre. Por último, na manutenção, a pessoa tenta manter o novo comportamento, e realiza alterações visíveis há mais de seis meses.

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Camila Silveira

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, adora descomplicar os cartões de crédito, empréstimos, financiamentos, seguros, contas digitais, entre outros. Boa parte do seu trabalho é acompanhar a movimentação dos bancos e instituições financeiras para trazer as principais notícias do mercado.

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