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Gig economy: conheça o novo modelo de trabalho

Por Sabrina VansellaPublicado em

Com certeza você já ouviu falar no termo "uberização do trabalho". E basicamente é isso que a Gig economy engloba, desde os famosos "bicos" ou freelancers, até aqueles que ganham dinheiro com prestação de serviços por aplicativo. Mas o quanto isso impacta atualmente? Será o fim das carteiras assinadas?

Para entender como este cenário revoluciona a rotina e a expectativa empregatícia de muitos, continue lendo este artigo.

O que é a Gig economy?

Com o crescimento do espaço no mercado mundial devido a era digital, este novo conceito te entrega uma liberdade de escolher seus horários, possibilidade de atuar em várias áreas e uma relação de trabalho mais dinâmica.

Este é um termo em inglês, em que "gig" é uma gíria utilizada que tem como significado o trabalho temporário, ou seja, altera o conceito do emprego convencional de horário fixo. E o "economy" tem relação com a economia que nada mais é do que o conjunto de atividades desenvolvidas pelos homens visando a produção.

A principal característica deste elemento é de um trabalho ou prestação de serviço, que acontece sem nenhum vínculo empregatício, e priva o empregado dos benefícios que uma carteira assinada oferece.

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Quem é atingido?

Ultimamente muitas profissões têm se adaptado a este novo modelo, por exemplo, fotógrafos, escritores, programadores, jornalistas entre outros. Na verdade, em países como os Estados Unidos e Inglaterra, a Gig economy está presente na forma de trabalho realmente alinhada como uma renda extra daquele que tem um trabalho tradicional.

Porém em países subdesenvolvidos como o Brasil, aonde as taxas de desemprego são altas, e o que era para ser um "bico" se torna a principal fonte de renda das pessoas o que aumenta as taxas de precarização do trabalho.

Aplicativos

Quando não existia o acesso a aplicativos no celular, as indicações de algum prestador de serviço vinham de algum amigo ou familiar, hoje é diferente. Os aplicativos tem um papel essencial para ligar o empregador com o empregado.

E muito provavelmente você utilizou algum desses serviços no mínimo uma vez:

  • Uber;
  • AirBnB;
  • 99 Táxi;
  • iFood.

Estes são os exemplos mais famosos no Brasil.

Regularização da profissão freelancer

Para se profissionalizar na área é preciso aderir uma postura que se destaque entre os demais. Além disso, é essencial ligar você com o seu trabalho e tornar isso uma marca.

O indicado é regularizar sua função através de um CNPJ. Pois além de ter uma profissão regularizada e pagar baixos impostos, você conta com benefícios.

Gig economy na pandemia da Covid-19

Com o isolamento aqueles que trabalham em serviços como o Uber e o 99 Táxi, foram diretamente afetados. Pois ao mínimo os rendimentos caíram à metade por conta da menor demanda do serviço, e por consequência o salário também diminuiu para aqueles que se arriscaram.

Muitos trabalhadores optaram por ficar em casa para não contrair o vírus, mas isso significou abdicar da única fonte de renda.

A maioria das empresas ainda não evoluíram para a oferta de licença saúde aos trabalhadores, mas diante o cenário atual, se o motorista contrair a coronavírus ou, se estiver localizado em uma área de quarentena pelas autoridades locais, é possível solicitar uma licença remunerada de 14 dias.

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Sabrina Vansella

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos noticiosos e sobre dicas financeiras. Procura simplificar e melhorar a qualidade de vida dos usuários e, para isso, preza por uma pesquisa assídua e uma escrita clara.

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