Foregon.comConteúdos

Golpes na internet: cuidados com a segurança digital

Por Banco PANPublicado em
Compartilhe

Nada menos que 12,1 milhões de pessoas sofreram algum tipo de golpe financeiro pela internet no Brasil entre 2018 e 2019 segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Em média, cada pessoa leva um prejuízo de R$ 478,00. Somados, os golpes passam de R$ 1,8 bilhão. De cada dez vítimas, três acabam ficando com o nome negativado.

Durante a pandemia da Covid-19, a quantidade de golpes aumentou ainda mais. Uma reportagem da TV Brasil mostra que o roubo de dados aumentou 131% no período de quarentena. Mas não foi só isso. A busca de informações pessoais e bancárias na dark web cresceu 108% de acordo com uma pesquisa da Refinaria de Dados. Já a Febraban calcula que o número de phishings aumentou 70% a pandemia.

Imperdível
Sua chance de ter um cartão de crédito sem anuidade78.477 pessoas já pediram
Ver cartão
Encerra em 16:20

Para que você não seja a próxima pessoa a fazer parte destas estatísticas, conheça alguns dos crimes comuns registrados no Brasil e saiba como evitá-los.

#1 Amigo pedindo dinheiro via WhatsApp

De repente, um contato chama você no WhatsApp e conta uma história triste, como um acidente de carro ou uma doença grave. Diz que, por isso, precisa de um dinheiro emprestado — e que devolve em breve. As pessoas que são vítimas desse golpe normalmente perderam ou tiveram roubado um celular (ou um chip). Com isso, os bandidos conseguem ter acesso aos seus contatos de WhatsApp.

Para não cair no golpe, é bem simples.

Habilite a verificação em duas fases no seu WhatsApp. Basta abrir o app, clicar em “Ajustes” e depois na opção “Confirmação em duas etapas”. Clique, então, em “Ativar”. Você escolherá um PIN (senha de seis números) e um email. Pronto: seu WhatsApp está protegido.

Mas é importante você não cair no golpe quando receber o contato falso. Ou seja, não envie o dinheiro ao bandido se passando por um amigo. Veja: ele tem poucas informações a seu respeito. Se você estiver realmente disposto a ajudar, peça confirmações que somente o amigo verdadeiro possa dar.

Por exemplo, peça uma confirmação sobre o lugar e o ano em que vocês se conheceram. Ou qual o nome do cachorro que ele tinha na infância. Ou para qual cidade vocês viajaram juntos em 2003. E por aí vai. O impostor não vai saber responder a essas perguntas.

#2 Anúncio do emprego falso

Você recebe via WhatsApp ou rede social o anúncio de um emprego. Neste momento, é disso que muita gente precisa, certo? Para se candidatar, basta enviar o currículo e uma foto do RG ou da carteira de identidade. E é justamente aí que está o problema.

No currículo, estão todas as informações necessárias para uma pessoa abrir conta num banco, como nome, data de nascimento, CPF, endereço etc. Para ter certeza de que você é você mesmo, o que o banco faz? Pede que você envie uma foto do seu documento. Pronto: o criminoso tem isso em mãos.

Ele vai até o site do banco, abre a conta em seu nome. Ele normalmente escolhe bancos que já oferecem um crédito pré-aprovado. Ou ele transfere aquele dinheiro para uma conta de um “laranja” ou vende a conta para uma quadrilha especializada em estelionato. E é você quem fica com o nome sujo.

#3 Não-recebimento de produto

Você compra um produto e só depois descobre que caiu numa armadilha. Isso normalmente acontece porque você comprou num site falso. Às vezes, acontece também em sites de comércio eletrônico.

A melhor maneira de se proteger desse tipo de crime é desconfiar de ofertas muito vantajosas, como produtos com preços muito abaixo do valor médio de mercado ou, ainda, vendedores novos com poucas avaliações ou com má reputação. Por isso, pesquise muito antes de fazer a compra.

#4 Cartão de crédito clonado

Os criminosos que clonam cartões precisam ter acesso aos dados do seu cartão, nome, data de vencimento e ao código verificador. Para compras em lojas físicas, precisam da senha. Por isso, sempre guarde bem o seu cartão, mantendo-o longe da vista das pessoas. Na hora de pagar as contas, não entregue ao vendedor — manuseie-o você mesmo. E jamais compartilhe os dados via internet ou telefone.

Os bancos nunca telefonam pedindo esses dados. Fique sempre de olho na fatura online em seu app ou computador. Quando surgir uma compra que você não reconhece, comunique a instituição financeira para cancelar o cartão o mais rápido possível.

#5 Roubo de senha na dark web

Plataformas gigantescas, com milhões ou mesmo bilhões de usuários, como redes sociais e serviços de streaming, precisam guardar as senhas de seus usuários em alguns lugares. Os crackers (nome dado aos “hackers do mau”) são loucos para roubar essas senhas e dar um jeito de ganhar dinheiro com elas. Eles podem, por exemplo, vendê-las ou simplesmente invadir a sua conta e depois tentar exigir bitcoins para devolvê-la a você. Ou apenas fazer vandalismo pela internet. O fato é que ter a sua conta invadida não é nada bom.

Para se proteger, use sempre a opção de um email ou telefone de recuperação. Ou seja, quando você precisar, a senha é enviada ao seu email. Outra coisa que funciona ainda melhor é o login em duas etapas — aquele em que, para entrar na conta, você recebe um SMS. Esse tipo de segurança exige que o invasor tenha algo além da senha para entrar na sua conta. E isso dificulta a vida dele.

Gostou? Deixe seu curtir
Compartilhe nas suas redes sociais

Banco PAN

O Banco PAN atua com foco em pessoas físicas, ofertando crédito consignado (empréstimo e cartão de crédito), financiamento de veículos usados e motos novas, além de conta corrente digital completa, cartões de crédito e venda de seguros

Ver todos os posts

Leia a seguir

  • Dicas financeiras

    Mibank: conheça

  • Dicas financeiras

    WhatsApp clonado: o que fazer?

  • Dicas financeiras

    Como calcular o valor de uma dívida?

  • Dicas financeiras

    O que é linha de crédito e como obter uma para sua empresa?

Ver mais conteúdos

Veja o que estão comentando

Principais conteúdos

Principais assuntos

  1. Home
  2. Conteúdo
  3. Dicas financeiras