Ir para o conteúdo principal
Foregon.comConteúdos
Acesse sua conta

Inflação do aluguel acumula 33,83% em 12 meses; confira detalhes

Por Nara LimaPublicado em

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) voltou a crescer no mês de julho ao registrar alta de 0,78%, contra o avanço de 0,6% no mês anterior, de acordo com informações divulgadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 29. 

No entanto, apesar da aceleração, o IGP-M acumulado em 12 meses diminuiu, passando de 35,75% em junho para 33,83% em julho, a segunda redução consecutiva nesta base. Desde o início do ano, o IGP-M acumula alta de 15,98%.

A FGV ainda informou que em julho de 2020, o índice havia subido 2,23% e acumulava alta de 9,27% em 12 meses.

A leitura de julho registrou aceleração do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), responsável por 60% do IGP-M, de 0,42% para 0,71%, acumulando inflação de 44,25% em 12 meses e de 19,83% em 2021. 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), responsável por outros 30% do total, teve crescimento de 0,83% em julho, contra 0,57% no mês anterior, com inflação acumulada de 8,31% em 12 meses e de 4,26% no ano. 

Homem desconfiado com a mão no queixo

Com o seu score calculado, você descobre o produto financeiro ideal para você!

Calcule o seu score de forma gratuita, rápida e segura e tenha acesso a centenas de cartões de crédito e outros produtos financeiros.
+ 1.267.543 milhões de pessoas já consultaram

Ao criar uma conta você aceita nossos termos de uso política de privacidade. Aceita também receber notificações por e-mail e SMS, que podem ser canceladas quando quiser.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), responsável pelos 10% restantes, aumentou 1,24% em julho, ante 2,3% em junho, acumulando alta de 17,35% em 12 meses e de 10,75% em 2021.

IGP-M e influência no mercado

O IGP-M, além de influenciar os preços do mercado imobiliários, também é utilizado como base para reajustes inflacionários de companhias telefônicas e de energia elétrica, também sendo um dos indexadores para contratos de prestação de serviço, educação e até mesmo planos de saúde.

A alta em habitação, passou de 1,10% para 1,66%, com foco na tarifa de eletricidade residencial, que subiu de 3,30% para 5,87%. As taxas de variação nos grupos alimentação foram de 0,31% para 0,59% e em comunicação, de -0,03% para 0,00%. 

Os grupos de transportes passaram de 1,43% para 0,73% e os de saúde e cuidados pessoais, de 0,07% para -0,07%. Já as despesas diversas foram de 0,29% para 0,06%, assim como o grupo de vestuário, que foi de 0,40% para 0,26%.

As maiores influências nesses grupos partiram da gasolina, que subiu de 2,72% para 1,44% e saúde, de 0,73% para -0,99%. Agora, os alimentos para animais domésticos foram de 2,60% para 0,91% e roupas, de 0,58% para 0,36%.

Gostou do conteúdo?

Acompanhe o blog da Foregon e fique por dentro de todas as notícias e informações do mundo dos negócios. Em caso de dúvidas ou sugestões, deixe seu comentário para nós.

Até mais!

Gostou? Deixe seu curtir
Compartilhe
Nara Lima

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, gosta de escrever sobre educação financeira. Preza pela facilidade da leitura e pela checagem das informações, buscando produzir um conteúdo de leitura simplificada e que sane as dúvidas do leitor.

Ver todos os posts

Deixe seu comentário

Leia também

C6 Bank permite empresas venderem através de links de pagamentos; saiba mais

Apple deseja entrar no mercado financeiro e oferecer produtos e serviços

Desafio Santander: como ganhar até R$ 100 com o cartão de crédito

PagBank oferece até R$ 600 para quem fizer portabilidade de salário

Cadastro Positivo liberou crédito para mais de 22 milhões de pessoas, diz Serasa

Banco BV lança opção de cartão sustentável

BB premia clientes Ourocard selecionados com 5 mil pontos Livelo

Novo valor do salário mínimo de R$ 1.212 é promulgado em 2022