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Investimento: opções para curto, médio e longo prazo

Por Sabrina VansellaPublicado em

Antes de se aventurar no mundo dos investimentos, o primeiro passo que deve ser tomado é  traçar uma meta. Após decidir qual será o propósito do seu investimento, o que parecia difícil, pode ficar mais simples. Continue a leitura, pois vamos te mostrar diferentes tipos de investimentos e os possíveis caminhos para iniciar neste mundo.

Mas tenha atenção, pois quem decide qual será seu investimento, é você. Neste artigo, iremos te explicar como os investimentos funcionam e sugerir as melhores opções. 

Por onde começar a investir?

Prevenir é melhor do que remediar, e esse ditado também se aplica nas finanças. Se quer começar a investir, primeiro tenha uma reserva de emergência. Ela é responsável por garantir a sua segurança, caso algo dê errado.

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A forma ideal de ter um reserva financeira é conseguir acumular um valor equivalente a seis vezes dos seus gastos mensais e é aconselhável que ela esteja em algum investimento de liquidez diária, que basicamente traz rendimentos dia a dia, diferente da poupança, em que o rendimento acontece uma vez ao mês. Quer saber todos os detalhes sobre como construir uma reserva financeira? Confira o artigo que separamos para você.

Investimentos para metas de curto prazo

Como saber se suas metas são de curto prazo? Simples, elas devem ser realizadas em alguns meses, podendo ser um pouco mais ou menos. Mas fique atento ao prazo de vencimento do seu investimento pois, ao resgatar antes do período proposto, você pode perder dinheiro. 

É importante escolher um investimento mais conservador, já que estamos falando de um período curto. Os três investimentos mais viáveis são:

  • Tesouro Selic: neste tipo de investimento, basicamente você está emprestando dinheiro para o Governo financiar a dívida pública. Por ser um título com rendimento Pós-fixado, a rentabilidade é por dia útil, e ao fim do prazo, o investidor resgata o que investiu mais o dinheiro que rendeu. Caso precise vender o título antecipadamente, é possível que isso seja feito sem ser prejudicado;
  • LCI e LCA: a grande vantagem para quem investe no LCI e LCA é que existe a isenção de Imposto de Renda. Mas o investidor deve ficar atento ao prazo para o uso do dinheiro, pois, quando aplicado, não pode ser resgatado antes do período de vencimento;
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário): este é um título de Renda Fixa. Na prática, é emprestado dinheiro ao banco, em troca disso, você recebe o valor com juros. Garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito em aplicações de até R$ 250 mil, é um investimento seguro, contudo, há incidência do Imposto de Renda.

Mesmo que exista a cobrança do Imposto de Renda, o valor não é tão alto, já que incide somente sobre os rendimentos obtidos no período. No entanto, fique atento as porcentagens:

  • 22,5% caso a aplicação fique até seis meses;
  • 20% caso a aplicação fique de seis a 12 meses;
  • 17,5% caso a aplicação fique de 12 a 24 meses;
  • 15% caso a aplicação fique acima de 24 meses.

Investimentos para metas a médio prazo

Os investimentos considerados de médio prazo são de aproximadamente de dois a cinco anos. É preciso diversificar mas também saber aproveitar as taxas elevadas de juros, e claro, sem deixar de ficar atento a oportunidades que podem surgir pontualmente. 

  • LCI e LCA: são títulos de Renda Fixa que possuem baixo risco e estão ligados ao setor imobiliário e do agronegócio, mas não possuem liquidez diária. Ou seja, o rendimento não pode ser resgatado antecipadamente;
  • Tesouro Direto: os títulos públicos como o Tesouro IPCA são boas opções em períodos em que a inflação está mais alta, já que garantem o valor real deste período. Por isso, não resgate o valor e faça a venda antecipada do seu título, pois poderá te levar ao prejuízo;
  • Fundos multimercado: ao fazer aportes em fundos que são gerenciados por terceiros, é possível ter um bom rendimento, já que o objetivo do gestor sempre é manter uma boa estratégia alinhada com os investimentos do fundo. No entanto, esteja aberto a alguns riscos.

Investimentos para metas a longo prazo

Está considerando investir para aposentadoria ou até mesmo para o estudo dos seus filhos? As metas de longo prazo são essenciais para este tipo de pensamento. Como os resultados demoram mais tempo para vir, talvez seja o momento de considerar aderir perfis menos conservadores. 

Mas fique atento, pois não adianta ter vontade de se aventurar em investimentos de altos riscos sem se aprofundar nesse mundo. 

  • Ações: foque em ações de empresas sólidas, que demonstram credibilidade e um lucro crescente. Reserve um tempo para analisar relatórios e acompanhar opiniões de analistas. É preciso ter inteligência emocional e não se desesperar com eventuais oscilações de curto prazo, pois mesmo com algumas quedas, é possível se recuperar ao longo do tempo;
  • Fundos: saiba que nem sempre os melhores fundos estarão disponíveis nos principais bancos, esteja aberto a conhecer corretoras e gestores independentes. Antes de tudo, conheça as possibilidades de fundos disponíveis para investir, faça comparações entre as taxas de administração que são cobradas e sua rentabilidade;
  • Fundos de Investimento Imobiliário (FII): imagine investir em mais de um imóvel e diluir o risco do investimento? Sim, isso é possível com o FII. O grande destaque é que não é necessário pagar Imposto de Renda do aluguel recebido;
  • Tesouro Direto: por ser indexado ao IPCA+, a rentabilidade fica acima da inflação. Por isso o Tesouro Selic pode ser uma opção para aqueles que estão pensando na aposentadoria, já que existem opções de títulos com vencimento de mais de 20 anos.

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Esperamos ter ajudado você com esse conteúdo. Em caso de dúvidas ou sugestões, deixe um comentário para nós e até a próxima!

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Sabrina Vansella

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos noticiosos e sobre dicas financeiras. Procura simplificar e melhorar a qualidade de vida dos usuários e, para isso, preza por uma pesquisa assídua e uma escrita clara.

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