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Investimentos: principais dúvidas de todo investidor iniciante

Por Janaína TavaresPublicado em

A área de investimentos, apesar de ser complexa, é uma das melhores formas de você conseguir fazer com que o seu dinheiro renda, além de poder alcançar bons resultados lá na frente.

Mas, caso você seja um investidor iniciante, talvez possa ter muitas dúvidas em relação a como começar investir de uma maneira prática e segura.

Por isso, vamos descomplicar trazendo informações sobre tudo o que você precisa saber antes de iniciar os seus investimentos. Preparado para conhecer mais a respeito? Continue a leitura do artigo.

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Quais são os perfis de investidores?

Ao começar sua jornada, você precisa entender qual é o seu perfil de investidor. Com isso, vai ficar muito mais fácil para identificar as melhores aplicações e quais riscos você está disposto a enfrentar.

Existem três opções e cada uma possui características próprias. Veja qual delas se encaixa melhor com você:

  • Perfil conservador: nesta primeira alternativa, o investidor prefere não se expor aos riscos, oscilações do mercado e muito menos perder capital. Sua preferência está focada em investimentos mais seguros e menos voláteis;
  • Perfil moderado: por outro lado, o perfil moderado é conhecido por lidar melhor com os riscos e volatilidade, sempre com o objetivo de melhores resultados. Assim, ele também opta por diversificar a sua carteira de investimentos com diversos produtos;
  • Perfil arrojado: já no perfil arrojado ou agressivo, o investir está preparado para se expor aos risco, pois o objetivo dele é ter os melhores rendimentos, operando fortemente em ativos de renda variável. Para isso, ele conta com um bom planejamento e estratégia ao seu lado.

Importante: lembre-se que, independentemente do seu perfil e aplicação que deseja fazer, todo investimento possui um certo nível de risco, podendo ele ser baixo, médio e alto.

Qual a diferença entre renda variável e renda fixa?

Quando falamos em investimentos, todo investidor iniciante precisa compreender também os dois tipos de rentabilidade mais comuns que existem antes de começar a investir.

O que é renda fixa?

Sendo assim, a renda fixa é uma modalidade indicada principalmente para quem está começando na área de investimentos. Isso porque nela os ativos não sofrem tantas variações e ela já possui uma remuneração definida no momento da aplicação. 

Isso significa que ao aplicar o seu dinheiro em um investimento de renda fixa, você sabe exatamente o quanto vai receber ao final do prazo da aplicação.

Vale destacar ainda que dentre os seus ativos mais comuns estão os títulos Tesouro Direto, CDB e LCI/LCA que você vai conhecer mais a fundo depois.

O que é renda variável?

Ao contrário da primeira opção, a renda variável é uma modalidade que tem uma rentabilidade incerta.

Além disso, ela envolve riscos maiores porque a remuneração do investimento não pode ser dimensionada no momento da aplicação.

Portanto, aqui o investidor está exposto às variações do mercado, correndo mais riscos, mas tendo a consciência de que pode ter ganhos maiores.

O que significa liquidez em um investimento?

Dentre os principais termos do mundo dos investimentos, um que você precisa conhecer é o da liquidez. Em resumo, essa palavra diz respeito ao nível de agilidade de um investimento em ser resgatado e convertido em dinheiro.

Em outras palavras, essa liquidez que pode ser alta ou baixa, varia de acordo com os seus objetivos.

Por exemplo, alguns títulos de renda fixa exigem que você se mantenha na aplicação por um período mais longo para conseguir a rentabilidade esperada.

Dessa forma, a liquidez será menor porque será necessário aguardar o prazo estipulado pela aplicação que você fez. É interessante ainda falar brevemente de outros termos que podem enriquecer o seu vocabulário enquanto você aprende a como começar investir.

  • Risco: todo investimento tem um nível de risco, ou seja, da sua aplicação ter um retorno abaixo do esperado. Neste caso, por exemplo, é possível perder tudo o que foi investido;
  • Retorno: essa palavra se refere a quanto o investidor ganha com uma aplicação financeira;
  • Diversificação: uma estratégia financeira para que você possa dividir os recursos entre diferentes produtos dentro da sua carteira de investimentos;
  • Rentabilidade: percentual de remuneração do dinheiro aplicado.

Qual o melhor tipo de investimento para iniciantes?

Para saber como começar a investir, separamos alguns investimentos de renda fixa que podem ser as escolhas ideais para esse momento. Acompanhe, logo abaixo:

  • CDB: o Certificado de Depósito Bancário é uma aplicação emitida pelos bancos. Na prática, essa alternativa funciona como uma espécie de empréstimo que você faz para o banco com o intuito dele te devolver o valor com juros e correções;
  • LC: já a Letra de Câmbio também funciona da mesma forma que o CDB. A diferença é que essa opção é emitida por financeiras;
  • LCI e LCA: a Letra de Crédito Imobiliária e a Letra de Crédito do Agronegócio possibilitam que os rendimentos venham diretamente para você, sem descontos e ainda com a isenção de alguns impostos, como o Imposto de Renda (IR);
  • Tesouro Direto: com o Tesouro Direto, você tem a chance de emprestar uma quantia 
  • para o governo brasileiro e depois receber de volta a rentabilidade do seu investimento;
  • Tesouro Selic: considerado um título seguro, o Tesouro Selic conta com uma baixa volatilidade, sendo que os seus valores não sofrem grandes variações na compra e venda.

Como começar a investir com pouco dinheiro?

Para começar a fazer investimentos, seja com muito ou pouco dinheiro, antes de mais nada você deve definir quais são suas metas e objetivos.

Ao saber disso, está na hora de fazer um bom planejamento e organização financeira para deixar claro quais são as suas prioridades com o investimento que pretende realizar.

Dito isso, agora você precisa escolher investimentos que condizem com a sua atual situação financeira e que oferecem bons retornos para o seu bolso. Vamos citar alguns exemplos:

  • Poupança: apesar de ser uma opção bem tradicional, com a poupança não existe um investimento mínimo a ser feito. Você tem a liberdade de investir o quanto quiser;
  • Títulos públicos do Tesouro Direto: por ser um dos investimentos mais acessíveis no mercado, você pode fazer uma aplicação financeira com R$ 30, por exemplo;
  • Fundos de investimento: nesta alternativa será possível encontrar aplicações para todos os gostos, inclusive investimentos que exigem um investimento inicial de R$ 50;
  • CDB: como o valor mínimo para investir pode variar muito conforme o banco, você pode achar CDB com aplicação inicial de R$ 100, R$ 500 e dentre mais valores.

Como começar a investir na Bolsa de Valores?

O primeiro passo para ter sucesso em seus investimentos dentro da Bolsa de Valores é abrir conta em uma corretora, que pode oferecer todo o suporte técnico e operacional para você operar na B3.

Feito isso, basta transferir o dinheiro do seu banco para a nova conta. Além disso, você precisa ter em mente qual ativo deseja adquirir e qual o melhor momento de comprar para conseguir o tão esperado lucro.

Depois de todo esse processo, é muito importante ter uma gestão de risco e bastante planejamento para que você esteja preparado para os momentos de incertezas que possam surgir.

Assim, você tem a habilidade de limitar os prejuízos e enfrentar os momentos de instabilidade da Bolsa de Valores com muita consciência e determinação.

Importante: ao investir na B3 com a ajuda de uma corretora, leve em consideração os riscos de liquidez, desvalorização do seu investimento, além das taxas de corretagem, custódia, dentre outras questões.

Qual corretora escolher para fazer investimentos?

Antes de mais nada é interessante deixar claro que quando você transfere o seu dinheiro para uma corretora, isso não quer dizer que você está investindo nela.

Essas empresas servem como intermediadoras e são excelentes escolhas para quem quer ter um bom rendimento com o dinheiro. 

Sendo assim, é fundamental analisar alguns pontos que vão te ajudar a definir a melhor empresa. Um dos primeiros é analisar os serviços oferecidos pela corretora e ver se eles estão de acordo com as suas necessidades.

Caso prefira, muitas corretoras disponibilizam suas demandas no meio online, o que facilita ainda mais na hora de aplicar o seu dinheiro, fazer simulações, abrir sua conta e muito mais. No entanto, confira se a corretora cobra alguma taxa de manutenção em relação à conta e aos seus serviços.

Vale a pena também ficar por dentro das garantias oferecidas, caso a empresa venha a falir ou ter um grande prejuízo. Para facilitar a sua pesquisa pela corretora ideal, separamos o seguinte conteúdo para sua leitura:

É possível investir em plataformas digitais?

Sim, principalmente para quem é um investidor inciante e precisa ter mais praticidade para investir em meio à correria do dia a dia.

Com essas plataformas digitais de investimento, você terá acesso aos ativos disponíveis no mercado, informações sobre preço, gráficos de variação de valores, rentabilidades e muito mais.

Desenvolvidas com rigorosos padrões de segurança, nessas plataformas digitais você pode aplicar o seu dinheiro com mais tranquilidade sabendo que os seus dados financeiros estão sendo protegidos e seguem sob sigilo.

Para o investidores iniciantes, essa é uma das melhores formas de começar a investir e fazer o acompanhamento constante das movimentações do mercado.

Dúvidas frequentes sobre investimentos 

Falar sobre investimento nunca é demais e você já deve ter notado que essa é uma área que possui muitas vertentes e assuntos relacionados.

Para agregar ainda mais sua experiência aqui na Foregon, vamos apresentar algumas das perguntas mais comuns de todo investidor iniciante:

O que é um investimento?

É uma aplicação financeira que pode ou não trazer lucros para o investidor depois de um certo período de tempo. Cada tipo de investimento conta com as suas próprias características e riscos.

Isso vai depender muito dos seus objetivos e metas que você tem para aquele investimento em específico.

Dependendo do seu perfil de investidor e das suas estratégias, às vezes compensa mais recorrer a investimentos de curto prazo.

Por outro lado, também existem as opções com prazos maiores que podem ser as ideais para você.

Nesta situação, você também não pode se esquecer do prazo mínimo do seu investimento, ou seja, do período exigido para que o dinheiro fique aplicado em determinada operação.[/item][/accordion]

Os erros de todo investidor iniciante podem variar de pessoa para pessoa, ainda mais quando levamos em consideração o perfil de cada um. Porém, sempre existem aqueles que são os mais comuns, como:

Esquecer de diversificar a sua carteira de investimentos;
Não levar em conta os impostos que incidem sobre os investimentos;
Planejar com um foco exclusivo em curto prazo;
Não estudar sobre investimentos;
Não se atualizar sempre que for necessário com as novidades do mercado financeiro;
Não prestar atenção nos riscos que existem em qualquer tipo de aplicação financeira;
Tomar decisões influenciado pelas suas emoções;
Confundir investimento com aposta;
Não entender qual é o seu perfil de investidor.[/item][/accordion]

Além de todas as orientações que mostramos para você ao longo do artigo, também é interessante seguir algumas dicas extras que vão te auxiliar:

Defina muito bem quais serão os seu investimentos;
Saiba se você vai investir em uma corretora ou banco;
Compreenda qual é o seu perfil de investidor;
Estudo os principais detalhes e características a respeito do investimento que deseja fazer;
Não tenha pressa nas operações;
Invista em um bom planejamento e gestão do seu dinheiro;
Evite colocar todo o seu dinheiro em apenas uma aplicação;
Não tire conclusões precipitadas a partir de poucos dados.[/item][/accordion]

Ao optar por um investimento, você deve entender como ele funciona e se há algum tipo de imposto que incide sobre ele.

Um dos que podem agir nos rendimentos das suas aplicações financeiras é o Imposto de Renda (IR). Contudo, há opções que são isentas desse tributo. Conheça algumas delas:

Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
Letras de Crédito do Agronegócio (LCA);
Certificados Recebíveis Imobiliários (CRI);
Certificados Recebíveis do Agronegócio (CRA);
Contas de depósitos em poupança;
Debêntures, dentre outras.[/item][/accordion]

Sigla para Fundo Garantidor de Crédito, esta é uma entidade do setor privado e sem fins lucrativos.

Criado em 1995, por meio das Resoluções 2.197 e 2.221 do Conselho Monetário Nacional (CMN), ele é fundamental para todos os investidores que estão fazendo aplicações.

Além de contribuir para a manutenção da estabilidade do Sistema Financeiro Nacional, ele também permite a recuperação do valor investido em casos de liquidação, intervenção ou falência da instituição financeira.

Com isso, o FGC consegue dar a devida proteção para os correntistas e investidores dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação.

Em linhas gerais, o dinheiro que você investiu está garantido mesmo que um banco coberto pelo FGC quebre, já que essa entidade privada cobre até o valor de R$ 250 mil.[/item][/accordion]

Títulos financeiros são como "papéis", emitidos pelo Tesouro Nacional e têm como objetivo financiar a dívida pública nacional. Eles podem ser vendidos pelos governos e empresas do mercado financeiro.

Dentre as principais vantagens dos títulos, podemos citar: baixo risco de crédito, liquidez diária e previsibilidade de retorno.[/item][/accordion]

Conteúdos que você precisa conhecer

Fique com a gente e trilhe sua jornada de conhecimento com mais artigos. Selecionamos alguns para complementar a sua leitura:

Descomplicamos?

Agora que você já sabe como começar a investir, lembre-se de enviar aqui nos comentários qualquer dúvida ou sugestão que desejar fazer. Até a próxima!

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Janaína Tavares

Jornalista e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, a Janaína (ou Jana). Como redatora, ama os conteúdos sobre dicas financeiras. Preza pela checagem de todas as informações e o conteúdo perfeito para ela, é aquele que ajuda o leitor a resolver um problema, ensinando e orientando o leitor a tomar a melhor decisão.

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