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Quando tudo parece perdido, é importante olhar para os lados e encontrar novas soluções. Negociar dívidas de cartão de crédito não é uma tarefa tão fácil quanto parece, no entanto, com um bom planejamento é possível ultrapassar obstáculos e atingir os seus objetivos.

As dívidas de cartão de crédito são altamente perigosas. A facilidade de consumir mesmo sem ter dinheiro é um tempero arriscado para experimentar as altas taxas de juros, que podem chegar até 200% ao ano.

Segundo Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, o cartão de crédito é o principal motivo do endividamento de 76% das famílias em débito no Brasil.

Por conta dos débitos em atraso, é possível que o nome do responsável pela dívida seja registrado em órgãos como o SPC e Serasa. A consequência pode ser desagradável, já que o registro pode dificultar acesso ao crédito, aprovações financeiras e até mesmo conseguir um novo emprego.

Mesmo que os bureau de crédito removam o seu cadastro após cinco anos, o consumidor ainda tem as suas dívidas ativas. Você pode não saber, mas esses débitos “vencidos” podem prejudicar futuras aprovações de crédito. Quer saber como fugir de uma bola de neve? Acompanhe nosso texto e entenda melhor o que fazer para amenizar a situação.

Negociar dívidas de cartão de crédito: Como fazer?

Por que me endividei?

Para escolher os melhores caminhos para o futuro, é fundamental entender como o seu passado influenciou até aqui. Através de uma análise, busque entender quais foram os fatores que te levaram a se endividar. Lembre-se de que a culpa nunca é do cartão de crédito, mas sim de quem não conseguiu usá-lo corretamente.

Aqueles que desejam um aliado a mais na hora de negociar dívidas de cartão de crédito com o banco, é importante ter conhecimento sobre o que foi gasto. Compras, juros e tarifas extras devem ser prioridade na sua planilha de despesas. Caso tenha dificuldade para ter acesso à essas informações, a dica é procurar ajuda diretamente no Banco Central.

Encontre a melhor forma de pagar

Após entender a situação, fica mais fácil encontrar maneiras para quitar a sua dívida. Para isso, você deve analisar os seguintes itens:
 – Em relação à dívida, analise o tempo cobrado pela renovação da mesma.
 – O modo de parcelamento oferecido é fixo ou variável?
 – Quais juros terão efeito no cálculo?
 – Um empréstimo pode ser uma alternativa para quitar o débito?

Alguns especialistas indicam fazer uma pesquisa de mercado para saber quais são as taxas de juros do empréstimo. Uma outra vantagem é entender como algumas instituições realizam suas renegociações. Isso pode te oferecer argumentos na hora de negociar com o seu banco.

Conversar pessoalmente pode ser a melhor escolha

Algumas instituições costumam oferecer outros canais de comunicação para renegociar a dívida. Essa atitude pode influenciar na sua escolha, visto que a pressão feita pelo telefone pode te atrapalhar a avaliar a situação por conta do tempo

Por isso, é fundamental que você vá até o banco. Use bem a sua habilidade para negociar e evite fechar qualquer acordo antes de realizar esse procedimento.

Fique atento com as práticas ilegais

Algumas instituições financeiras costumam empurrar produtos e serviços aos seus consumidores. É importante lembrar que o consumidor não é obrigado a aceitar nenhum deles.

Nunca aceite uma dívida que você não pode arcar

Fazer uma dívida que você não pode arcar pode piorar a sua situação. Se o banco responsável não apresenta nenhuma proposta que cabe no seu bolso, o ideal é procurar pela ajuda do Procon.

O valor da parcela importa, mas não é tudo

Depois de negociar dívidas de cartão de crédito, é fundamental saber o valor total da sua renegociação. Isso também inclui conhecer a quantidade de juros que você está lidando. Dessa forma, é possível organizar suas contas sabendo lidar com imprevistos e possíveis gastos que você terá no futuro.

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