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O comportamento financeiro dos brasileiros mudou após a pandemia?

Por Sabrina VansellaPublicado em

Devido a pandemia do coronavírus, o ano de 2020 foi marcado por muitas incertezas, o que impactou a vida emocional também trouxe consequências ao comportamento financeiro dos brasileiros.

Os impactos econômicos transformaram a vida das pessoas, em destaque estão os altos índices de desemprego e redução salarial. Mesmo com o auxílio emergencial, foi necessário buscar outras fontes de renda para segurar as pontas deste período.

Neste artigo, vamos abordar uma visão geral sobre a maneira que as pessoas estão lidando com a situação e o próprio dinheiro. Continue a leitura.

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A pandemia e o impacto no comportamento financeiro dos brasileiros

O "novo normal" mudou a vida dos brasileiros, que precisaram se reinventar para sobreviver a pandemia da Covid-19. Essa mudança transformou a vida de muitos, principalmente quando falamos sobre questões financeiras. Com o Brasil sendo um país subdesenvolvido, ficou ainda mais evidente os males que já assombravam o país, como a desigualdade de renda e as altas taxas de desemprego. 

Uma pesquisa realizada pela Xerpay, em conjunto com a Opinion Box, mostra que 5% dos entrevistados pertencentes às classes A e B perderam o emprego e 6% não conseguiram se recolocar no mercado. Já nas classes C, D, e E os números chegaram a 14%9% respectivamente.

Analisando os dados das pessoas que permaneceram no mesmo emprego, 43% das classes AB não sofreram com reduções salariais. No entanto, o número cai para 26% nas classes CDE.

A necessidade de solicitar um empréstimo também preocupa as classes mais baixas, afinal, apenas 31% estão conseguindo manter as contas no verde, já 14% pagam com atraso e 7% dizem que não possuem débitos, mas imaginam que precisarão solicitar em breve. 

Principais aprendizados deste período

Além dos impactos na renda salarial mensal das classes mais baixas, a pandemia também transformou a maneira que as pessoas lidam com imprevistos financeiros, o que trouxe aprendizados.

A pesquisa informou que 71% das pessoas daqui para frente vão dar mais importância a reserva de emergência, 66% disseram que acabam gastando mais dinheiro com coisas supérfluas e desnecessárias, e 63% conseguiram administrar suas finanças e assumem que aprenderam a cuidar melhor da própria renda.

A mudança de pensamento é a peça-chave diante do comportamento financeiro do brasileiro daqui para frente. O coronavírus transformou as nossas vidas e, agora, as pessoas começaram a enxergar a diferença que um dinheiro poupado pode fazer e a importância de ter uma educação financeira.

Apesar de ser um cenário que não trouxe benefícios ao país, os brasileiros, nos próximos anos, podem aprender a cuidar melhor do seu dinheiro, e, consequentemente, fazer suas reservas de emergência.

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Sabrina Vansella

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos noticiosos e sobre dicas financeiras. Procura simplificar e melhorar a qualidade de vida dos usuários e, para isso, preza por uma pesquisa assídua e uma escrita clara.

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