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O impacto da dívida no cotidiano pessoal e familiar

Por Leonardo JacominiPublicado em

A cada 40 segundos, um suicídio ocorre no mundo. O número pode chegar a 800 mil no ano. 75% dos casos ocorreram em nações de baixa e média renda em 2012, tendo relação direta com a situação econômica. Os dados são da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O assunto mais recorrente do momento. Considerado por muitos, o mal do século, o suicídio tem causado vítimas por todo mundo. Um dos motivos que levam as pessoas a tirarem a própria vida, são as dívidas.

O final do mês chega e o dinheiro já acabou faz tempo. As contas se acumulam mês a mês, os problemas sociais e familiares surgem e tudo não parece ter uma solução. Exatamente aí, muitas pessoas perdem o controle da situação.

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Segundo um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelou que, 22% dos inadimplentes desenvolveram ou potencializaram vícios.

Comida, cigarro e álcool são alguns dos exemplos. Esse cenário só comprova o quanto as dívidas e falta de educação financeira são os "motores" para que problemas maiores ocorram na vida pessoal e familiar.

Você já passou por algo parecido? Aquela sensação de algo te perturbando dia e noite, o pensamento longe daquilo que você deveria estar focado ou mesmo o desejo de que tudo aquilo acabasse logo?

Quanto mais para baixo, quanto mais nos sentimos tristes e buscando soluções rápidas para aquela dor, mais perigoso é, se tratando de saúde.

É consenso entre os especialistas da área da saúde que, problemas financeiros causam desequilíbrio nas relações. Nessa hora, um tende a culpar o outro pela situação, ou mesmo achar que a pessoa não deve saber da real situação e tudo fica encoberto.

Ainda segundo o levantamento da CNDL e SPC Brasil, um terço dos entrevistados (31%), se sentem envergonhados perante a família e amigos por estarem devendo. Agora você entende como o problema inicial pode levar a causas tão mais sérias?

Saúde física, mental e social

Para uma pessoa se sentir bem, é preciso que a vida e os planos também estejam no mesmo caminho. Saúde física, mental e social precisam de equilíbrio, e como vimos até agora, as dívidas são uma ameaça a essa estabilidade.

Que tal fazermos um exercício? Olhando para sua vida pessoal e familiar, faça uma reflexão. Suas contas te apavoram ou você perde tempo do seu dia pensando nelas? Para ter controle, é preciso organização e planejamento. Você já fez o seu? Educação financeira alguma vez já passou pelas suas pesquisas?

Para falar sobre dívidas com a sua família é fácil ou tem alguma "trava"? E finalmente, o quanto você acha que está triste ou mesmo quais alterações corporais ou mentais que você vem passando, tudo porque tem dívidas?

Nossa vida precisa de harmonia. Saúde financeira, mental, física e social devem sempre andar juntas. Quando uma não está legal, a outra tende a ir pelo mesmo caminho. Quantas vezes você ouviu por aí que um problema foi descontado em compras no cartão de crédito? O problema é depois né?

O problema tem solução?

Infelizmente em nosso país, a cultura sobre educação financeira não tem força e acaba ficando de lado na educação básica. Ela é a única maneira para começarmos a mudar números como de negativados e consequentemente mortes causados pelo problema.

Para muitos, parece que cuidar do dinheiro é fácil, o problema está no salário e no valor dos produtos no supermercado e no posto de gasolina.

Só sabe o quanto faz bem, quem já passou pelo processo de mudança de hábito e colocou como meta a estabilidade financeira por meio da educação. As melhoras vão além de saber gastar, mas beneficiam justamente o que falamos anteriormente: saúde física, mental e social.

Educação financeira para jovens

Saúde física, mental e social não é importante só para aqueles que têm uma família para cuidar ou que já têm muitos anos de trabalho. Educação financeira para jovens é tão importante quanto para adultos.

Se os jovens tendem a ser maioria quando o assunto é suicídio, vimos também que uma das causas citadas pela OMS é a situação socioeconômica. Para que as mortes por este efeito diminuam, é preciso saber gerir o próprio dinheiro e ter as finanças sob controle.

Lembra daquele exercício que fizemos, sobre pensar na própria vida financeira? Imagine um jovem passando por tudo isso, muitas vezes sem coragem para falar com a família. O problema pode se tornar grave, por isso está na hora de mudar de verdade.

Quem pode me ajudar com educação financeira?

Você vai descobrir logo logo, que existe um projeto especial para você que precisa ajuda com o dinheiro e as dívidas. O Foregon Educa está nascendo para levar todo o conhecimento que você precisa para ter aquele equilíbrio entre saúde física, mental e social.

Nada melhor do que se sentir bem, trabalhar focado naquilo que você deve fazer, controlar a sua vida e estar contente ao lado das pessoas que você ama, não é mesmo? Olha quanta coisa boa a educação financeira vai trazer para você!

Quer um spoiler? Vamos estar pertinho de você e tudo vai ser de graça! Aguarde mais um pouco para esse super-novidade!

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Leonardo Jacomini

Jornalista e Produtor de Conteúdo Multimídia. Gosta de escrever sobre dicas úteis para o dia a dia, ainda mais quando o tema é economizar. Adora livros e assistir filmes e séries em seu tempo livre.

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