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O que provoca a queda da Bolsa de Valores pelo mundo?

Por Jennifer FigueiredoPublicado em
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Na última semana, diversos países enfrentaram um verdadeiro pesadelo, a queda na Bolsa de Valores. O fio condutor da crise foi a guerra de preços do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita, que derrubou o valor das ações em todo o mundo. No Brasil, o Ibovespa sofreu a maior queda nos últimos 20 anos e teve que acionar o mecanismo circuit breaker mais de uma vez, paralisando as negociações na B3.

Queda na Bolsa de Valores: por que isso ocorre?

Milhares de empresas têm como parte de seu poder monetário a oferta de ações na Bolsa de Valores. Desta forma, grandes investidores de todo o mundo e até mesmo pessoas físicas, podem comprar essas ações, o que significa que eles se tornam donos de frações da empresa.  Desta forma, estarão aptos a receberem os lucros e correrem os mesmos riscos de perdas.

Os mercados são movimentados por pessoas, em que cada uma possui interesses particulares e estão sujeitas a diferentes emoções a cada momento. Portanto, notícias de grande impacto nacional ou global podem afetar o comportamento dos investidores e provocar tanto o crescimento como a queda na Bolsa de Valores.

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Últimas notícias sobre a queda na Bolsa de Valores

Segundo informações apuradas pelos portais noticiosos (Agência Brasil, Correio Braziliense e Valor Investe), o pânico generalizado ocorrido nesta semana se deu após a disputa de preços do petróleo entre Arábia Saudita e Rússia.

Nos últimos meses, o mundo vive sob a ameaça do novo coronavírus (COVID-19) que surgiu na China. O país, segunda maior potência mundial, é responsável por importantes relações comerciais, incluindo exportações e importações de commodities do Brasil. Com mais de 200 casos confirmados aqui, a doença já fez milhares de vítimas fatais em outros países.

A epidemia provocou uma queda global do consumo de combustíveis, devido a paralisação das indústrias e a redução da atividade econômica. Com isso, o petróleo sofreu grande desvalorização, mas na tentativa de equilibrar os preços, a Arábia Saudita (maior produtor do mundo) propôs um acordo com outros países para reduzir a produção.

No entanto, a Rússia se recusou a fazer cortes no volume e em resposta, o país asiático decidiu aumentar sua produção, ocasionando um tombo histórico nas cotações. Para o Brasil, isso resultou numa queda de 12% na Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3. No mesmo dia, a Petrobrás desvalorizou quase 30% nas ações e perdeu R$ 91 bilhões em valor de marcado.

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Jennifer Figueiredo

Graduanda em Jornalismo pela Universidade do Oeste Paulista e Redatora na Foregon, gosta de falar sobre os produtos financeiros que oferecem as melhores vantagens. Nas horas vagas, procura a companhia de amigos para descontrair.

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