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PF deflagra operações contra fraudes no Auxílio Emergencial

Por Thais SouzaPublicado em

No dia 4 de março a Polícia Federal (PF) deflagrou a operação Quarta Parcela, que visa combater as fraudes de um grupo de criminosos que estaria desvinculando recursos destinados ao Auxílio Emergencial, benefício oferecido para a população durante a pandemia do Covid-19. 

PF deflagra operação contra fraudes no Auxílio Emergencial

A operação é feita em parceria da PF com o Ministério da Cidadania, Caixa Econômica Federal. Ministério Público Federal (MPF), Receita Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU). As ações pretendem desarticular as quadrilhas responsáveis por causar prejuízos ao programa, além de identificar novas fraudes relacionadas a ele.

No dia 4 de março, em média 100 policiais cumpriram 28 mandados de busca e apreensão. As ações foram realizadas em sete estados do país: Paraná, Goiás, Bahia, Mato Grosso, Rondônia, Maranhão e São Paulo. Segundo a PF, foram bloqueados, por determinação judicial, mais de R$ 170 mil.

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A última operação, chamada de Terceira Parcela, foi realizada no dia 18 de fevereiro, com o mesmo objetivo. De acordo com os investigadores envolvidos, essa operação é a maior ação de combate a fraudes contra benefícios emergenciais. 

Somente no dia 18 a operação contou com 200 policiais no cumprimento de 73 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Bahia, Tocantins e Paraíba. Sendo que a maior parte desses mandados foram cumpridos em Minas Gerais.

Na primeira etapa das operações, os alvos foram os beneficiários de pagamento de contas com valores obtidos com o desvio de Auxílios Emergenciais. De acordo coma PF, em nota, essas ações causaram prejuízo ao programa assistencial e, por consequência, atingiram uma grande parcela da população que realmente necessita desses valores para sobreviver durante a crise.

A polícia conseguiu identificar os criminosos através da análise do banco de dados do Auxílio Emergencial e do cruzamento de informações. Eles criavam contas no aplicativo Caixa Tem e os valores referentes aos benefícios recebidos por meio dessas contas eram desviados com a realização de pagamentos simulados.

Os autores das fraudes responderão pelos crimes de furto qualificado mediante fraude (art. 155, § 4º, II, Código Penal), com pena de dois a oito anos de reclusão.

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Thais Souza

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos relacionados a investimentos e empréstimos e acredita que esse tipo de conhecimento pode mudar a vida das pessoas. Busca impactar a vida dos usuários que buscam resolver um problema ou conhecer melhor um produto ou serviço financeiro.

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