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Placa Mercosul: dúvidas frequentes

Por Nara LimaPublicado em

Desde o dia 31 de janeiro de 2020, a circulação com a nova placa do Mercosul tornou-se obrigatória para alguns veículos. Mas como essa mudança impacta a sua vida? Continue lendo e confira essa e outras dúvidas frequentes sobre o assunto!

Como fica a mudança dos caracteres?

A principal mudança pode ser vista nas letras e nos algarismos. A placa permanece com sete dígitos, mas com quatro letras e três algarismos, diferentemente da versão antiga que contava com três letras e quatro números.

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O segundo caractere da placa passa ser substituído por uma letra, de acordo com a tabela:

Placa antiga Placa nova
0 A
1 B
2 C
3 D
4 E
5 F
6 G
7 H
8 I
9 J

Exemplo: se uma placa era RFL 1123 passará a ser RFL 1B23; se era DGU 2609 passará a ser DGU 2G09. 

Como identificar a cidade e estado origem de um veículo?

O nome do país se encontra na parte superior da placa, sobre uma barra azul. Agora, para identificar a cidade e o estado de origem de um veículo, é necessário baixar o aplicativo Sinesp Cidadão.

O App conta com todas as informações do veículo, basta digitar os caracteres ou apontar para o QR Code da placa.

O tamanho das placas muda?

Não. A nova placa possui as mesmas dimensões da atual: 40 cm de largura por 13 cm de altura. No entanto, por lembrar as europeias, passam uma sensação de que são maiores.

Vale lembrar que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) autorizou a redução do tamanho da placa em situações nas quais ela não couber na área indicada e a redução não seja maior que 15%. 

Qual o valor das novas placas?

Não existe um valor fixo, no entanto, o Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) sugeriu que o preço das placas Mercosul atingisse o máximo R$ 138,24 para veículos automotivos e R$ 114,86 para motocicletas

É importante ressaltar que o preço pode variar de acordo com a empresa que o motorista contratar para fazer o novo emplacamento.

A troca pode ser feita voluntariamente?

Sim. A mudança só é obrigatória para os seguintes casos:

  • Primeiro emplacamento;
  • Transferência de município;
  • Mudança de categoria;
  • Placa danificada ou ilegível.

Motoristas que não se enquadrarem nessa categoria, mas desejarem passar pela mudança, podem solicitar a troca no Departamento de Trânsito.

As placas ficaram mais seguras?

O novo padrão de placa possui um QR Code que armazena informações sobre o fabricante, data da fabricação e o número serial da placa. As mudanças sofreram algumas críticas pelos Departamentos de Trânsito de alguns estados, no entanto, tantas alterações foram feitas para baratear o valor final do produto.

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Nara Lima

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, gosta de escrever sobre educação financeira. Preza pela facilidade da leitura e pela checagem das informações, buscando produzir um conteúdo de leitura simplificada e que sane as dúvidas do leitor.

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