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Portabilidade de crédito imobiliário: vantagens e desvantagens

Por Janaína TavaresPublicado em
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Você sabia que a portabilidade de crédito imobiliário permite que uma dívida seja transferida para outro banco de forma gratuita? Isso acontece quando as demais instituições financeiras oferecem condições mais atraentes para os consumidores. No entanto, será que vale a pena optar por esse recurso? Veja todos os detalhes, logo a seguir.

Como a portabilidade de crédito imobiliário funciona?

Toda portabilidade de crédito funciona da seguinte maneira:

  • A dívida do seu empréstimo ou financiamento é contratada por outro banco, já que este proporciona mais vantagens para o seu bolso como, por exemplo, taxa de juros mais baixa. Assim, é possível fazer a quitação antecipada da dívida adquirida no banco de origem. 

Vale destacar que essa ação não cobra impostos. Contudo, isso só acontece quando o novo crédito não ultrapassa o valor da dívida original da primeira instituição que concedeu o financiamento ou empréstimo.

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Mas para garantir que você não será obrigado a pagar qualquer cobrança adicional, o ideal é informar ao banco de origem que essa transferência se trata de uma portabilidade.

Quem pode fazer?

Qualquer cidadão tem o direito de fazer a portabilidade de crédito imobiliário. Porém, não é possível optar por este serviço quando o imóvel está em fase de construção ou na planta. Sendo assim, ele já precisa estar pronto.

Além disso, a pessoa que deseja realizar a portabilidade deve fazer parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Este programa de financiamento habitacional foi criado pelo governo com o intuito de facilitar a aquisição, construção ou mesmo reforma de imóveis residenciais no Brasil.

Vantagens

  • Redução no valor da parcela: o grande diferencial de todos os tipos de portabilidade de crédito é que você pode levar a sua dívida para outro banco que disponibiliza uma taxa de juros menor. Isso significa que você continua com um crédito de mesmo valor, mas paga menos juros a cada mês;
  • Mais liberdade: autonomia para pesquisar, comparar e escolher a instituição financeira para a qual você vai transferir a sua dívida;
  • Flexibilidade: independentemente do banco escolhido, você não vai precisar abrir uma conta nele.

Desvantagens

  • Vencimento do contrato: fazer a portabilidade de um crédito que está próximo de vencer não compensa. Por isso, você pode tentar renegociar o restante da dívida no banco de origem;
  • Taxa de juros: não é viável realizar a portabilidade de crédito imobiliário se você não encontrar uma instituição financeira que ofereça uma taxa de juros atrativa.

Vale a pena?

Vale a pena fazer a portabilidade desde que você transfira sua dívida para um banco que trabalhe com boas taxas de juros.

Aliás, é interessante avaliar nesse processo o atendimento oferecido pelo banco de origem. Se ele não cumpre com suas expectativas, leve isso em consideração e procure por uma instituição que disponibiliza um suporte eficiente ao cliente.

Por fim, lembre-se de avaliar o Custo Efetivo Total (CET) da transação. É fundamental pensar nesse fator porque, assim, você compara todos os custos envolvidos e dá para saber qual opção realmente vale a pena.

Descomplicamos?

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Janaína Tavares

Jornalista e produtora de conteúdo, é Redatora na Foregon. Apaixonada por cinema e pelo mundo asiático, seu foco está em entregar textos úteis e inspiradores.

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