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Quais as principais formas de investimentos em startups?

Por a55Publicado em

Os investimentos em startups possuem uma sequência lógica, capazes de proporcionar um crescimento rápido para a empresa. É por isso que se torna necessário conhecer os diferentes meios de investir no setor. Assim, um longo caminho de sucesso será trilhado, mesmo que gradualmente.

Por meio do aporte financeiro correto e do investimento escolhido, será possível ver uma evolução mais rápida e assertiva. O seu negócio poderá ter um adiantamento significativo na obtenção de objetivos. Além disso, também fará com que a empresa acabe se tornando um verdadeiro símbolo de inspiração

Conheça, abaixo, tudo sobre as principais formas de investimentos em startups.

Crescimento de startups no Brasil 

Segundo a Associação Brasileira de Startups, entre os anos de 2015 e 2019, houve um crescimento no número de empresas. Inicialmente, eram apenas 4.151 e, recentemente, o número chegou a 12.727. Esse aumento de 207% é muito significativo e nos apresenta a mudança de preferências dos consumidores.

Os investimentos em startups são um sinal de que a modernidade também chegou ao consumo. Um exemplo disso é que o próprio presidente do iFood acredita no crescimento do ramo. Segundo ele, em cinco anos, o desenvolvimento da área irá disparar como nunca antes visto.

Outros motivos para que o crescimento pudesse ser uma realidade para as startups são baseados em três pilares:

  • A resiliência e liderança do empreendedor;
  • A ajuda da tecnologia;
  • O capital do investidor.

Cada um desses tópicos contribuiu, ligeiramente, para a consolidação dessa modalidade no mercado competitivo.

Atualmente, os investimentos em startups acabaram acompanhando as mudanças de hábito do consumidor. Foi necessário praticar uma mudança extremamente rápida nas estratégias utilizadas para a construção de um negócio. Dessa forma, a possibilidade de proporcionar ao público-alvo uma experiência customizada acompanhou essa evolução.

Principais formas de investimentos em startups 

Ter uma ideia brilhante pode ser, sim, sinônimo de sucesso. Muitas pessoas não sabem, mas os sonhos também podem ser colocados em prática em forma de startup. Uma das maneiras de fazer com que isso aconteça tem a ver com o tipo de investimento escolhido. Para isso, é válido levar o contexto do negócio a sério.

Um dos erros mais comuns nos investimentos em startups está na falta de coerência entre o propósito e o produto. De nada adianta investir em uma área diferente da que foi definida com antecedência. Sendo assim, você deve conhecer quais são os principais meios de investir. Isso tornará mais fácil identificar qual o perfil que se enquadra melhor em suas perspectivas.

Investidor-anjo

Muitas pessoas não estão familiarizadas com esse termo, mas o investidor-anjo é aquela pessoa física que possui capital próprio suficiente. Ela também está envolvida com o mundo dos negócios e pode oferecer orientações para os novos investidores. Esse processo garante que sua empresa tenha maior sucesso.

Na maior parte dos casos, esse é um dos tipos de investimentos em startups iniciado por meio do interesse de algum investidor no sucesso a longo prazo da iniciativa. De alguma maneira, um potencial é visto na ideia do projeto. Cabe ao investidor-anjo oferecer algumas orientações para melhorar a qualidade de funcionamento da empresa.

Ainda assim, é válido ressaltar que esse tipo de investimento será feito em troca de uma pequena participação no negócio. Ela pode variar entre 5% e 15%. Os valores de investimento variar entre R$ 50 mil até R$ 600 mil, dependendo do desejo de investir desse "patrocinador".

Capital semente

Outro termo que pode ser pouco conhecido no ramo de investimentos em startups é o capital semente ou seed capital. Eles poderão ser buscados pelas próprias empresas, ainda que estejam em fase conceitual de solução. Isso quer dizer que, ainda se não estiverem lançadas no mercado, esse valor pode ser buscado para dar início às atividades.

É possível observar esse tipo de investimento como algo ainda mais volumoso do que os dos investidores-anjo. Isso significa que o capital semente é formado por vários grupos de investidores. Lado a lado, eles aplicam um determinado valor, fazendo com que o risco de cada um seja drasticamente reduzido.

Esse é um dos tipos de investimentos em startups que funcionam com uma participação que vincula o lucro ao crescimento da empresa. Também é possível fazer com que a sua venda seja efetuada em um prazo mais longo. Os valores desse investimento podem variar de R$ 300 mil a R$ 2 milhões.

Incubadoras e aceleradoras

Dividindo este tópico em partes para uma melhor compreensão, as incubadoras são aquelas que representam um modelo tradicional de investimento. A partir de um projeto ou de uma empresa, é possível estabelecer um objetivo relacionado à criação. O desenvolvimento de pequenas empresas ou microempresas também pode estar nos planos de investimento.

No caso das aceleradoras, que também se mostram importantes tipos de investimentos em startups, o procedimento é mais moderno. Todo o processo que consta no ato de investir possui uma metodologia complexa. Sendo assim, há a criação de um time para apoiar financeiramente as novas empresas e os seus projetos.

De uma forma ou de outra, ambas as maneiras de investir são benéficas para as novas startups. Elas visam apostar em novos projetos, que se mostram promissores e que proporcionam um crescimento rápido. Além disso, o auxílio não é apenas financeiro. O apoio intelectual também se faz presente e contribui de forma positiva para o desenvolvimento do empreendedor.

Venture Capital

Ainda sobre os investimentos em startups, o Venture Capital é uma modalidade de investimento para dar apoio aos negócios. Isso se dá através de uma compra de uma parte das ações da empresa. Na maior parte das vezes, essa parte é minoritária e visa oferecer apoio.

O investimento dessa forma está ligado com a possibilidade de atribuir uma maior valorização para as ações da startup. No entanto, esse tipo de atividade oferece um risco, visto a aposta em empresas com um potencial de valorização elevado.

Venture Building

No caso do Venture Building, o modelo promove uma mescla entre as características apresentadas nas incubadoras, aceleradoras e Venture Capital. Ele fornece um planejamento estratégico completo, bem como a captação de recursos financeiros e humanos.

Os investimentos em startups podem possuir várias metodologias diferentes. No entanto, seu objetivo é único: promover um maior crescimento das novas empresas em relação ao resto do mercado. Por meio do Venture Building, a construção do negócio com estrutura e organização será possível. Além disso, ainda há a representação de cerca de 80% da estrutura acionária em sua fase inicial.

Crowdfunding e bootstrapping

O termo crowdfunding foi criado em 2006. Ainda que ele se mostre um conceito um pouco mais amplo do que a maioria, projetos e empresas o utilizam. Por meio dele, é possível criar um financiamento coletivo, semelhante às "vaquinhas" que encontramos no meio virtual.

Já o bootstrapping acaba se mostrando um dos primeiros passos dos investimentos em startups. Em um caso como esse, o empreendedor, ou mais, tira dinheiro do bolso para investir em uma determinada empresa. A maior parte das startups começa com esse tipo de sistema.

O que é a rodada de investimento em startup? 

A rodada de investimento em startup pode ser encontrada no formato do Capital Semente. Dentro dela, é possível encontrar algumas "fases", mais conhecidas como séries. São elas:

  • seed;
  • A;
  • B; 
  • C; 
  • D.

Também há outras séries que podem ser encontradas, mas isso dependerá do mercado. Conforme a quantidade de rodadas, é possível ver investimentos A1 ou B2.

Sempre que uma startup acaba passando por uma fase como essa, é provável que os valores aportados sejam mais significativos. Sendo assim, aos poucos, esses valores conquistados poderão se transformar em dezenas de milhões, promovendo um crescimento sem fim.

Da mesma maneira que os outros degraus dos investimentos em startups, é muito comum ver os fundos investindo simultaneamente. Na maior parte dos casos, o fundo que aporta um ticket de maior valor acaba liderando a rodada. Por consequência, atraem os outros investidores para a rodada em específico.

Investimentos de acordo com a fase 

Ao longo do crescimento de uma startup, é comum que ela passe por inúmeras fases. Isso acontece devido ao processo de amadurecimento, que leva tempo e conhecimento. Além disso, para cada momento de evolução existe um tipo de investimento mais adequado. Confira, abaixo, qual a ordem correta para quem está trilhando esse rumo:

  • Bootstrapping: ideal para o início de uma startup. Onde o dinheiro é retirado do bolso dos próprios criadores, sem investimento externo;
  • Cofundador/sócio: caso o recurso próprio não seja suficiente, é válido buscar um sócio;
  • FFF: aporte realizado por amigos, familiares ou conhecidos;
  • Seed Capital: corresponde ao primeiro valor financeiro recebido pela empresa após ela ser estruturada;
  • Aceleradoras/Incubadoras: ideais para quem busca alavancar a startup após sua estruturação;
  • Séries de Investimento: após a estruturação da empresa, os fundos de investimento buscarão soluções. Também é possível ofertar valores expressivos por uma parte da startup;
  • IPO: essa fase de investimento consiste na venda das ações da empresa, aplicando-as diretamente na Bolsa de Valores;
  • Venda: quando o valor de uma startup ultrapassa todas as expectativas, é possível vender ações e deixar a empresa.

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