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    1. Dicas Financeiras

    Sete filmes que te ensinam sobre o controle da vida financeira

    Por Banco PANPublicado em
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    Se a arte imita a vida, o cinema se inspira em histórias reais de pessoas que precisam lidar com dinheiro. Selecionamos sete filmes que colocam a vida financeira de seus protagonistas no centro do enredo. Deles, você pode tirar algumas lições que valem para ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

    O Poderoso Chefão (1972)

    No centro da trama desse clássico dos anos 70, estão famílias de mafiosos disputando dinheiro e poder. No entorno de toda essa disputa tensa, e muitas vezes violenta, envolvendo a família Corleone, está uma relação direta com o dinheiro. A máxima de que “o dinheiro fala” se faz verdadeira.

    O filme e sua trilogia (de 1974 e 1990) mostram que, se tiver boa condição financeira, você pode concretizar o que tem em mente. Existe uma relação íntima entre dinheiro e poder.

    Um Sonho de Liberdade (1994)

    O personagem de Tim Robbins é um habilidoso banqueiro. Ele é injustamente condenado na década de 1940 pelos assassinatos da esposa e de seu amante — crimes que não cometeu. Vai cumprir pena na Penitenciária de Shawshank, uma das mais temidas dos Estados Unidos. Lá, é escalado para atuar como uma espécie de contador do chefão do presídio. É essa habilidade que salva a sua pele na história.

    O que o filme ensina? Que a habilidade de gerenciamento de finanças tem muitas utilidades: ajuda a fazer o seu dinheiro render mais, mas vai além disso. Deixa a sua cabeça atenta a oportunidades e prepara você para usar o raciocínio lógico em situações adversas.

    À Procura da Felicidade (2006)

    Will Smith representa a história real de um personagem que tem problemas familiares e financeiros. É abandonado pela mulher e, sem um tostão no bolso, precisa criar o filho de apenas cinco anos. Chega a dormir na rua e em abrigos para sem-teto. Sua única habilidade de vendedor o acaba levando a uma corretora de ações.

    O filme traz muitas lições para a vida como um todo. No aspecto financeiro, em particular, talvez a grande mensagem seja a de que é preciso se planejar. Você nunca sabe quando a vida, aparentemente estável, vai dar uma rasteira, pregando peças que você jamais imaginou.

    Jerry Maguire: A Grande Virada (1996)

    Tom Cruise encarna o esperto agente esportivo Jerry Maguire. Mas, da noite para o dia, após redigir uma declaração com uma sugestão de nova conduta para o mercado em que atua, ele perde todos os clientes de uma vez. Sobra apenas um complicado e temperamental jogador de futebol americano, personagem de Cuba Gooding Jr.

    A mensagem desse filme vai de certa maneira na contramão de muitos outros filmes, séries e novelas. Ele prega que, sim, pessoas são mais importantes do que dinheiro. Acontece que é preciso ter dinheiro para tocar a vida. Ninguém vive só de amor.

    Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (2009)

    A personagem de Isla Fisher é uma garota viciada em compras, como muitas pessoas que existem na vida real. E a consequência do seu vício também é bem realista. Ela vai à falência ao mesmo tempo em que consegue realizar o sonho de trabalhar em sua revista de moda preferida.

    É nessa confusão de viver no mundo do glamour sem ter dinheiro para desfrutá-lo que a trama se desenvolve. E a lição está bem clara: você não pode gastar o que não tem. A conta um dia chega.

    Wall Street: Poder e Cobiça (1987)

    Qualquer lista de filmes que fale de relação com dinheiro estaria incompleta sem o clássico dos anos 80 estrelado por Michael Douglas e Charlie Sheen. A ambição e o espírito de “vale tudo” para faturar mais, passando por cima de pessoas e valores éticos, não apenas tornaram este filme um clássico, mas fizeram a sua sequência (“Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme”, de 2010) ser um sucesso também.

    A grande lição é a seguinte: a ganância é boa quando canalizada na direção certa — ou seja, economizando e fazendo o dinheiro render. Mas ela é péssima quando é canalizada na direção errada: o egoísmo.

    Click (2006)

    Esta sétima recomendação talvez surpreenda você. Não trata de dinheiro especificamente, mas você vai entender por que ela aparece na lista. O personagem de Adam Sandler é um arquiteto que está um pouco entediado com o cotidiano. Não vê tanta graça nos encontros de família, brincadeiras com os filhos e outros pequenos prazeres do dia a dia.

    Misteriosamente, um controle remoto mágico é dado a ele e permite que ele acelere ou pule essas partes. Assim, consegue concentrar-se naquilo que ele mais valoriza naquele momento: sua carreira como arquiteto.

    No final das contas, a mensagem do filme é: dedique-se para ter sucesso profissional, sim, mas não se mate por isso. Curta a família, os amigos e saboreie os momentos de lazer. Eles têm um valor mais do que financeiro — porque são coisas que o dinheiro não pode comprar.

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