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Tarifa de energia sobe em meio ao risco de desabastecimento

Por Nara LimaPublicado em

O Brasil tem passado por uma crise no abastecimento dos reservatórios de hidrelétricas nas últimas semanas que alerta para risco energético ainda esse ano. O período chuvoso, que se encerrou em abril, apresentou os menores níveis dos últimos tempos nos reservatórios da região Sudeste/Centro-Oeste. 

Aumento da tarifa de energia

Por meio do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), o governo federal autorizou a utilização de todos os recursos de geração de energia disponíveis, sem levar em conta o valor que essa medida acarretará ao bolso dos brasileiros. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) revisou a tarifa de energia e colocou-a em situação de bandeira vermelha 2, o patamar mais alto. Esse aumento será aplicado aos consumidores a partir do mês de junho.

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Vale lembrar que em maio, a agência já havia passado a bandeira tarifária para vermelha, porém no patamar 1, que acrescentou uma cobrança adicional de R$ 4,169 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

Outras medidas também foram tomadas pelo governo federal, que criou a "sala de situação" com o objetivo de acompanhar o suprimento de energia no Brasil. Esse "espaço" conta com o envolvimento de diversos ministérios, como a Casa Civil e as pastas da Economia, de Relações Exteriores e Meio Ambiente, além da Secretaria de Comunicação da Presidência, do Ibama e autarquias como a Aneel e Agência Nacional de Águas (ANA).

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Opiniões de especialistas

De acordo com o presidente da comercializadora de eletricidade Focus Energia, Alan Zelazo, apesar dos níveis de chuvas historicamente baixos dos últimos meses, a situação não é motivo de alarde e não traz temores relacionados ao racionamento de energia.

Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, concorda que o país não enfrenta risco de racionamento de energia, no entanto, ele afirma a possibilidade de ocorrer apagões em momentos de pico de demanda nos meses finais do ano. 

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Nara Lima

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, gosta de escrever sobre educação financeira. Preza pela facilidade da leitura e pela checagem das informações, buscando produzir um conteúdo de leitura simplificada e que sane as dúvidas do leitor.

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