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Compare as taxas dos bancos para a casa própria aqui

Por Guilherme GadelhaPublicado em

Na hora de adquirir a sua tão sonhada casa própria, é fundamental comparar as taxas dos bancos para escolher a melhor opção de acordo com o seu momento.

Mesmo que o crédito imobiliário seja, geralmente, balizado através das taxas exigidas pela Caixa Econômica Federal, vale lembrar que este valor não é necessariamente o menor em todas as linhas de financiamento, principalmente naquelas que não são subsidiadas pelo governo.

Confira abaixo o comparativo em relação às taxas mínimas apresentadas pelas instituições financeiras nas principais linhas de crédito imobiliário.

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Taxas mínimas dos bancos para a casa própria

Banco     Sistema Financeiro Habitacional (SFH)     Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) – carta de crédito     Pró-cotista FGTS Limite do financiamento
Caixa A partir de 8,75% ao ano + TR A partir de 8,75% ao ano + TR para imóveis até R$ 1,5 milhão e de 9,5% ao ano + TR para imóveis acima de R$ 1,5 milhão Entre 8,76% e 9,01% ao ano + TR Até 80% do valor para imóveis novos e 70% do valor para usados
Banco do Brasil A partir de 8,49% ao ano + TR Não opera (oferece juros a partir de 8,85% ao ano + TR na Carta Hipotecária) 9% ao ano + TR (disponível para imóveis novos e usados) Até 80% do valor do imóvel novo ou usado
Itaú Unibanco A partir de 8,3% ao ano + TR A partir de 8,3% ao ano + TR Não opera Até 82% do valor do imóvel (tanto para novos como usados)
Bradesco A partir de 8,85% ao ano + TR A partir de 8,85% ao ano + TR Não opera Até 80% do valor do imóvel novo ou usado
Santander A partir de 8,99% ao ano + TR A partir de 9,49% ao ano + TR A partir de 8,49% +TR (limitado a imóveis de construção financiada pelo banco) Até 80% do valor do imóvel (tanto para novos como usados), podendo incluir mais 5% para despesas como ITBI e registro

É importante lembrarmos que estas taxas apresentadas pelos bancos são asmínimas, ou seja, caso você queira arcar com juros menores, será necessário que o tomador do crédito aceite várias condições, inclusive, ter maior relacionamento com a instituição financeira.

Alguns pontos como o tempo e nível de relação que o cliente tem com o banco, renda, perfil e valor do imóvel podem influenciar no valor dos juros cobrados.

Fora os juros, é importante levar em conta os seguros obrigatórios, sistema amortização (SAC ou Tabela Price), e também, o pacote de serviços que os bancos exigem para assegurar a taxa cedida.

Agora que você já tem uma base em relação as taxas para casa própria, é hora de planejar a compra do seu imóvel. Clique aqui e saiba quais são os 4 passos para adquirir a casa própria.

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Guilherme Gadelha

Publicitário e Redator na Foregon. Gosta do universo financeiro e tem a escrita como hobby e profissão.

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