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    1. Especial coronavírus

    Testes de vacina para o coronavírus começam na próxima semana

    Por Janaína TavaresPublicado em
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    Na última segunda-feira (06), em coletiva de imprensa, o governador do estado de São Paulo, João Dória, anunciou que os testes da vacina para o coronavírus vão ter início já no próximo dia 20 de julho. Veja mais informações e entenda como essa ação irá funcionar.

    Quem poderá receber a vacina contra o coronavírus?

    De acordo com o que foi divulgado durante a coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, apenas os profissionais de saúde poderão participar dos testes, desde que sejam maiores de 18 anos e que tenham contraído ou não o novo coronavírus.

    Além disso, a partir desta segunda-feira (13), um aplicativo será lançado com o objetivo de recrutar os profissionais de saúde que desejam participar dos testes. Caso a pessoa se encaixe nos critérios estabelecidos pelo App, ela será chamada para receber a vacinação.

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    Onde a vacina será aplicada?

    Os testes da vacina contra o coronavírus serão realizados em 12 centros de pesquisa do Brasil. Um desses lugares que testarão a vacina, desenvolvida pela empresa Sinovac, é a Faculdade de Medicina de Rio Preto (FAMERP).

    Sendo assim, todos eles estão passando por treinamento e recebendo os recursos necessários. Conforme informações do presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, cerca de 750 pessoas serão testadas em cada um dos 12 centros, o que vai somar nove mil participantes em todo o Brasil.

    Qual será o custo da vacina?

    O presidente do Butantan afirmou, na coletiva de imprensa, que a vacina vai custar em torno de R$ 85 milhões. Contudo, para que a mesma fique pronta, ela precisa passar pela fase três que é a etapa de testes, ou seja, quando já é possível ser administrada em um número maior de pessoas.

    Isso significa que no estudo clínico, uma parte dos nove mil participantes irão receber a vacina, enquanto um outro grupo receberá um placebo, sem efeito. Dessa forma, será possível verificar se existe o estímulo à produção de anticorpos para proteção contra o vírus.

    Quais foram os resultados das outras fases?

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que tanto a primeira, como a segunda fase dessa vacina mostraram segurança. Em nota, a agência disse ainda que “estes estudos demonstraram segurança e imunogenicidade favoráveis com o esquema de duas doses da vacina”.

    Vale destacar ainda que a vacina da empresa Sinovac é a segunda a ser autorizada pela Anvisa no Brasil. A primeira foi a vacina produzida pela Universidade de Oxford, da Inglaterra, que será aplicada em dois mil voluntários brasileiros.

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