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Tipos de investimento: veja como cada perfil investe

Por Thais SouzaPublicado em

Muitas pessoas acreditam que investimento é só para profissionais e que isso requer muito conhecimento sobre o assunto. Mas, você sabia que existe um tipo de aplicação para cada perfil, desde iniciantes até os mais avançados?

Para investir com segurança, você precisa conhecer o seu perfil e, somente dessa forma, evitar aplicações em títulos que não condizem com os seus objetivos, se expondo a riscos desnecessários e podendo perder dinheiro.

Por isso, neste artigo, você vai conhecer os tipos de investimentos mais adequados para cada perfil de investidor. Vamos lá? 

Perfil de investidor 

O primeiro passo é entender em qual perfil você se encaixa. Essa é uma análise bem simples, que leva em consideração o quanto você está disposto a se sujeitar a riscos quando se trata de dinheiro.

Existem três as classificações de perfil de investidor comumente usadas: conservador, moderado e arrojado.

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  • Conservador: aqueles que não estão dispostos a correr muitos riscos e preferem a segurança do que uma maior rentabilidade;
  • Moderado: é um perfil meio-termo, ele tem tolerância a riscos de longo prazo e escolha de alternativas mais arriscadas, porém, ainda dá muita importância para a segurança;
  • Arrojado: está disposto a sofrer riscos mais altos se para ter rendimentos melhores. Tem conhecimento do mercado.

Investimentos de cada perfil

Para saber qual é o melhor investimento para o seu perfil, é necessário analisar os critérios que envolvem a segurança, rentabilidade e liquidez de cada tipo de aplicação. Para chegar a essas respostas, você deve fazer algumas perguntas para si mesmo:

  • Quanto tempo pretende investir?;
  • Qual a sua tolerância para investimentos de risco?;
  • Qual o seu objetivo financeiro?.

O perfil de investidor precisa estar alinhado às suas estratégia e aos seus objetivos financeiros de curto e longo prazo.

Conservador 

Tendo em vista o perfil do investidor conservador, podemos dizer que ele é iniciante e, por não querer correr riscos, escolhe aplicações de Renda Fixa, que por sua vez, são mais seguras.

Esse tipo de aplicação possui a rentabilidade previsível e, pode ser fixada em um percentual mensal ou seguir algum índice, como a taxa Selic, por exemplo. Confira as principais opções:

Poupança

A poupança é considerada umas das aplicações com o menor rendimento do mercado e, mesmo assim, ainda é utilizada por milhares de brasileiros. Isso porque, ela é segura, simples e prática. 

  • Se a Selic (taxa de juros básica) for menor ou igual a 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR);
  • Se a Selic for superior a 8,5% ao ano, ela tem rentabilidade fixa: 0,5% mais a TR.

Dependendo de como estiver a inflação no Brasil, o rendimento da poupança pode ser tão baixo que você pode perder dinheiro. A sua rentabilidade pode estar abaixo ou igual a inflação. Caso a inflação seja maior, seu dinheiro vai embora junto com ela.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um sistema criado pelo Tesouro Nacional, ou seja, pelo governo, para vender títulos públicos diretamente aos investidores.

Funciona como um empréstimo. O governo emite títulos de dívida pública, os investidores compram e recebem os juros ao longo do tempo.

Como não dependem de bancos, investir no Tesouro Direto é algo muito seguro e você ainda pode ter uma rentabilidade maior do que qualquer outro investimento em Renda Fixa. 

CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB) é uma aplicação na qual o investidor "empresta" uma quantia ao banco.

O banco, por sua vez, emite um CDB, uma espécie de certificado que representa o compromisso da instituição financeira em devolver o dinheiro emprestado com acréscimo de juros dentro do prazo determinado. 

Os risco desse tipo de investimento estão relacionados à instituição financeira escolhida, que no futuro pode ter problemas financeiros, não conseguindo pagar a dívida.

Em contrapartida, esse investimento é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante até R$ 250 mil por investidor caso haja algum problema com o pagamento da dívida.

Moderado

Os investimentos para o perfil de investidor moderado possuem riscos maiores e mais rentabilidade do que os de baixo risco. 

Quem se adéqua ao perfil moderado busca uma rentabilidade superior à taxa Selic e se permite correr um pouco mais de riscos. Confira as principais opções:

Fundos de Renda Fixa

Os fundos de Renda Fixa são aplicações relativamente simples, funciona como uma carteira composta por diversos produtos. Dessa forma, você tem acesso a diversos ativos ao mesmo tempo, sem precisar comprá-los separadamente. Consequentemente diminuindo riscos. 

Cerca de 80% dos ativos dessa carteira são de Renda Fixa e 20% derivados e pode conter: títulos públicos, debêntures, CBDs e LCI/LCA.

Fundos Imobiliários

Quem aplica seu dinheiro em Fundos Imobiliários, destina esses recursos para investimentos imobiliários, ou seja, para desenvolvimento de novos empreendimentos ou em imóveis já construídos, como: shoppings, hospitais e edifícios comerciais. 

A rentabilidade se dá através da locação do imóvel, arrendamento, venda e demais atividades do setor. Os ganhos são divididos entre os participantes que aplicaram no mesmo imóvel, na proporção em que cada um aplicou.

Arrojado

O investidor arrojado não tem medo dos riscos. Afinal, ele entende que quanto mais arriscado o investimento, maior o ganho previsto. Eles têm suas opções focadas nos investimentos de Renda Variável, como a Bolsa de Valores.

Ações 

O investimento na Bolsa de Valores funciona da seguinte forma: o investidor compra uma porcentagem (ações) de uma empresa de capital aberto. Ou seja, se torna sócio da empresa e, com isso, recebe parte dos lucros relativos ao número de ações. 

E então, já sabe se você tem mais perfil conservador, moderado ou arrojado? Então, que tal usar esse conhecimento para começar a investir hoje mesmo? Confira algumas dicas que separamos para você: 

Boa leitura e até a próxima! 😉 

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Thais Souza

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos relacionados a investimentos e empréstimos e acredita que esse tipo de conhecimento pode mudar a vida das pessoas. Busca impactar a vida dos usuários que buscam resolver um problema ou conhecer melhor um produto ou serviço financeiro.

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