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Vale a pena fazer empréstimo para abrir um negócio?

Por Thais SouzaPublicado em

De acordo com o relatório feito pela fintech FinanZero, as solicitações de empréstimos para abertura de novos negócios cresceram 104% no primeiro semestre de 2021, quando comparado ao ano de 2020. Esse crescimento é reflexo do aumento do número de pessoas querendo empreender, principalmente na pandemia.

No entanto, para abrir um negócio é preciso ter os recursos necessários para impulsioná-lo. Nesse quesito, será que vale a pena contratar um empréstimo para tirar sua empresa do papel? Veja neste artigo.

Vale a pena fazer um empréstimo para abrir um negócio?

Já adiantando o tema para você: sim, vale a pena contratar um empréstimo para abrir o seu negócio, afinal, toda empresa deve começar com um investimento inicial e, se você não tem esse capital guardado, pedir crédito é a solução ideal.

No entanto, muitas pessoas pecam ao solicitar empréstimo sem fazer um planejamento, o que resulta na contratação de valores acima do necessário ou insuficientes para cobrir todos os gastos.

De acordo com o gestor do Programa de Crédito para pequenas e microempresas do Sebrae-CE, Silvio Moreira, fazer um plano de negócios é fundamental para descobrir a real necessidade desse financiamento.

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Visto a importância de se planejar, abaixo você vai conferir dicas para ter sucesso na abertura do seu negócio.

Tudo que você precisa saber antes de contratar um empréstimo

1. Planejamento

O planejamento é o passo mais importante antes da contratação de um empréstimo. Nessa etapa você precisa analisar e anotar todos os gastos que terá para abrir o seu negócio. Pense também a médio prazo, para evitar ficar sem dinheiro e ter que contratar mais crédito.

Leve em conta as despesas de abertura da empresa, eventuais compras de equipamentos e até mesmo – se for o caso – de um ponto comercial, entre outros gastos.

No seu planejamento você também terá que analisar a sua capacidade financeira atual para cobrir imprevistos financeiros. Por isso, selecione uma parte do valor a ser contratado no empréstimo para a sua reserva de emergência.

2. Empréstimo pessoal x empresarial

Se você já tem um CNPJ registrado, saiba que existem empréstimos próprios para empresas, com taxas menores e condições especiais para seu negócio.

Entretanto, se você ainda não possui CNPJ e única solução seja o empréstimo pessoal, o ideal é que você compare as taxas oferecidas por cada banco, no site da Foregon você faz isso de forma prática e gratuita. Geralmente, o banco em que você é cliente há mais tempo e já possui um bom relacionamento pode oferecer melhores condições para você.

3. Experimente diferentes modalidades

Se você não possui CNPJ, como dito no tópico anterior, saiba que existem diferentes modalidades de empréstimos que oferecem taxas menores, como o crédito com garantia, por exemplo.

Você pode oferecer como garantia: o seu veículo, seu imóvel e até suas joias. Por exigir uma garantia, essa modalidade costuma ter as menores taxas do mercado.

Além disso, alguns programas, cartões e modalidades de crédito também podem ser alternativas mais rentáveis e menos burocráticas, como:

  • Investidores-anjo: investidores que podem investir entre R$ 50 mil a R$ 600 mil em microempresas e empresas de pequeno porte;
  • Cartão BNDES: permite ao empreendedor adquirir bens móveis para o negócio, com pagamento em até 48 vezes e taxa de juros baixa;
  • Microcrédito Caixa: modalidade de empréstimo para pessoa física ou microempreendedor que pretende abrir ou ampliar um negócio.

Descomplicamos?

Agora que você já sabe como se planejar para pedir um empréstimo, que tal conhecer o programa de apoio para empresas do Santander?

Esperamos que este conteúdo tenha te auxiliado de alguma forma. Se ficou com alguma dúvida, deixe seu comentário abaixo. Até a próxima!

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Thais Souza

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos relacionados a investimentos e empréstimos e acredita que esse tipo de conhecimento pode mudar a vida das pessoas. Busca impactar a vida dos usuários que buscam resolver um problema ou conhecer melhor um produto ou serviço financeiro.

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