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O que é diversificação da carteira de investimentos e qual sua importância

Por Thais SouzaPublicado em

Se você pretende aplicar ou já aplica seu dinheiro no mercado financeiro, provavelmente já ouviu falar sobre a diversificação da carteira de investimentos. Essa estratégia é extremamente importante para correr menos riscos, até porque, nem mesmo investidores mais experientes têm certeza sobre como o mercado financeiro vai se comportar.

Pensando na importância de manter uma diversificação na carteira de investimentos, neste artigo vamos explicar todos os detalhes dessa estratégia para que você possa aplicar com assertividade. Vamos lá? 

O que é diversificação da carteira de investimentos? 

A diversificação da carteira de investimentos nada mais é do que uma técnica utilizada pelos investidores para diminuir o risco e maximizar os ganhos. Isso é possível através da alocação de recursos em diferentes aplicações financeiras.

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De forma prática, você divide o dinheiro que vai investir em diferentes aplicações dentro de um portfólio, assim, caso haja um desempenho negativo de algum investimento, os outros compensam as perdas.  

Além disso, o raciocínio é que uma carteira construída de diferentes tipos de investimentos, em média, produzirá maiores retornos, já que o seu dinheiro estará rendendo de diferentes formas. 

No entanto, diversificar a carteira não significa sair investindo em qualquer tipo de aplicação, sem nenhum critério de escolha. A técnica deve ser pensada de acordo com seus objetivos financeiros, perfil de investidor, prazos e outras informações relevantes.

Qual é a melhor maneira de diversificar investimentos?

O ideal na hora de diversificar a sua carteira é se manter dentro de cada uma das categorias de investimento. Por exemplo: se for Renda Fixa, escolha as aplicações que fazem parte somente desta modalidade. 

Misturar Renda Fixa com Renda Variável é válido, porém pode ser muito arriscado e complexo para investidores iniciantes ou de perfil moderado.

Caso queira montar uma carteira de Renda Fixa, a estratégia é buscar a diversificação entre os vários indexadores disponíveis, como o IPCA, CDI ou Selic. Também é importante que não haja concentração das aplicações em um número muito reduzido de emissores.

Agora, se você é um investidor arrojado, a sua carteira pode ser composta por ações de uma empresa de varejo, por exemplo, que terá um ótimo rendimento em cenários de crescimento no consumo interno, além de ações de empresas exportadoras, em que o desempenho do investimento depende mais do ambiente externo.

Assim, você se protege de instabilidades externas e internas, sempre tendo uma opção rendendo mais que a outra.

O importante é saber que existem milhares de maneiras de diversificar a sua carteira, e isso deve ser pensado estrategicamente de acordo com seus objetivos e também com estudos sobre o mercado. Para o investidor atento, essa é a alternativa para lidar com a imprevisibilidade atrelada ao mercado financeiro.

Gostou do artigo? 

Esperamos que este artigo tenha te ajudado de alguma forma. Caso tenha ficado com alguma dúvida, deixe seu comentário abaixo que a gente descomplica para você. Até a próxima!

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Thais Souza

Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, se identifica com conteúdos relacionados a investimentos e empréstimos e acredita que esse tipo de conhecimento pode mudar a vida das pessoas. Busca impactar a vida dos usuários que buscam resolver um problema ou conhecer melhor um produto ou serviço financeiro.

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