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Quanto custa morar no Chile

Por Guilherme GadelhaPublicado em

Quando o assunto é morar em outro país, o Chile é uma das preferências de muitos brasileiros. Além de usufruir do crescimento econômico do país, residir lá é uma oportunidade de ficar perto do Brasil. Mas quanto custa morar no país? Para ficar por dentro das exigências e custo de vida no Chile, é só continuar a leitura do nosso texto.

Chile

O Chile é um dos países mais bonitos da América do Sul, além das montanhas e diversas opções de lazer, o país conta com uma estabilidade econômica incrível. A qualidade de vida e ensino atraem pessoas de todo o mundo. Ainda que exista uma burocracia para morar lá, é possível ir para o país de forma definitiva.

Quanto custa morar no Chile?

Em viagens à passeio, é permitido uma estadia de até três meses de duração. Contudo, vale lembrar que estudantes podem contar com um visto que dure o curso todo, enquanto os vistos de trabalho podem durar até dois anos. Em relação à residência temporária, ela é liberada por um ano, entretanto, é possível renová-la por mais um.

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Após esse período, fica possível solicitar uma permissão definitiva. Caso o imigrante queira ficar de vez no país, é importante lembrarmos que a cidadania chilena só pode ser liberada depois de cinco anos.

Já quando falamos de custo de vida, é possível comparar o Chile com as cidades mais caras do Brasil, assim como Rio de Janeiro e São Paulo. Inclusive, é comum alguns brasileiros acharem que custa caro viver lá.

A média do custo de morar no Chile pode variar de R$ 2.500 a R$ 3.100. Este valor inclui apenas despesas fixas, como transporte, moradia, alimentação, contas de água, luz e afins.

Para ter uma ideia, o salário mínimo no Chile é de 276 mil pesos chilenos, o que equivale a R$ 1.600. Por conta disso, é importante ter um bom salário para viver bem no país. Existem diversas opções culturais no Chile, o que torna a exigência de ter um salário ainda maior.

Sobre o mercado de trabalho no Chile, é essencial entender que lá não existem leis trabalhistas como no Brasil. As contratações no país são feitas por meio de contratos de trabalho.

Por isso, alguns benefícios como o FGTS, décimo terceiro salário e férias são inexistentes. No entanto, contar com uma previdência privada é algo garantido, mesmo descontando 10% do salário.

Como planejar a minha viagem?

Planejar uma viagem nem sempre é algo fácil. Levar em conta os diversos fatores pode complicar um pouco a sua situação. Contudo, seguindo os passos certos, é possível garantir um bom planejamento sem muita dor de cabeça.

Para te ajudar nessa jornada, nós separamos algumas dicas valiosas para que você não se perca no caminho. Clique aqui e saiba todos os detalhes para garantir uma viagem divertida e segura.

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Guilherme Gadelha

Publicitário e Redator na Foregon. Gosta do universo financeiro e tem a escrita como hobby e profissão.

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