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Endividamento: conheça os fatores psicológicos

Por Guilherme GadelhaPublicado em

Por mais que a situação já esteja difícil, entender como  alguns fatores psicológicos funcionam pode ser algo bastante útil para a sua vida financeira. O endividamento, em muitos casos, ocorre por conta de alguns gatilhos mentais, que quando são mapeados, tornam-se menos complicados de serem contornados.

Endividamento: conheça os fatores psicológicos

Com a ajuda da psicologia e neurociência, é possível identificar alguns traços que podem te ajudar a compreender a situação. Vale lembrar que quando entendemos o que se passa, tudo se torna mais fácil de resolver.

Fatores psicológicos

Comprar por impulso é algo muito comum para a maioria das pessoas. Afinal, durante o endividamento, é normal buscarmos por alívio imediato. No entanto, é importante termos em mente que nenhuma realização é totalmente plena, mas sim, temporária.

Enquanto decidimos se vamos ou não comprar algo, um duelo entre a nossa emoção e razão é travado. No momento em que a razão nos incentiva a poupar, a nossa emoção tenta nos convencer com diversos argumentos de que é apenas uma compra.

Mesmo consciente de estar endividado, as pessoas costumam sucumbir pela emoção. Contudo, apesar do erro, as pessoas têm consciência sobre a sua escolha, o principal fator psicológico desse endividamento acontece porque o consumidor realmente não consegue se controlar.

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Procurar por um fator externo pode prejudicar ainda mais a situação. Saiba que independentemente do seu salário, ganhar mais pode não resolver o seu problema. Entender os seus hábitos será a principal chave para gastar menos e adequar o seu salário com sua situação de vida atual.

Efeitos psicológicos do endividamento

Encontrar alguém feliz porque está endividado é algo praticamente impossível. Devido a característica de insucesso criada pela sociedade, a pessoa se sente triste por que não conseguiu gerenciar suas finanças, vida profissional e não ter conseguido alcançar os seus planos.

Além de afetar a autoestima, a lembrança do endividamento toma conta do indivíduo, atrapalhando a sua vida profissional e dificultando diversas noites de sono. Outro ponto que também pode trazer sérios problemas psicológicos é a fuga do problema, já que viver fora da sua realidade pode gerar estados de ansiedade e depressão.

Outro fato está ligado às grandes taxas de juros que os brasileiros enfrentam com as compras. Ao mesmo tempo que os jovens dos Estados Unidos arcam com 10% de juros das dívidas para entrar em uma universidade, brasileiros costumam consumir roupas e acessórios de grifes com taxas bem maiores. Contudo, isso não passa de uma ilusão.

Ao contrário dos estadunidenses, que mantém a autoestima já que dívida trata-se de um investimento, os brasileiros tendem a se iludir com coisas fúteis. Isso, na maioria dos casos, acarreta em uma bola de neve de gastos sem sentido.

Sobre os devedores, nós podemos classificá-los em duas categorias:

  • Devedor passivo: são aqueles não conseguem gerenciar a sua vida financeira e, por isso, sempre voltam a dever.
  • Devedor ativo: os participantes de grupo costumam endividar-se por causa de imprevistos. Alguns exemplos são a perda do emprego, problemas de saúde e afins.

Para evitar mais consequências negativas, sempre vale a pena consultar um psicólogo para manter a saúde mental em dia. Como a vida anda bastante corrida, ter acesso à uma terapia online pode ser o ideal para você.

Os serviços online possuem a mesma qualidade do serviço presencial. Além disso, o valor é mais em conta e, também, possuem horários mais flexíveis.

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Guilherme Gadelha

Publicitário e Redator na Foregon. Gosta do universo financeiro e tem a escrita como hobby e profissão.

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