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Quais os principais tipos de dívidas e por que elas crescem tão rápido

Por Acordo CertoPublicado em

Falar sobre dinheiro nem sempre é fácil, sobre dívidas então! Devo, não nego! Pago quando puder!

Mas hoje vamos te explicar como as dívidas funcionam e porque algumas crescem de uma forma, muitas vezes, desproporcional (à nossa renda). Segundo dados de pesquisa da Acordo Certo realizada em fevereiro de 2021, 69% tem alguma dívida em atraso sendo a principal dívida o Cartão de Crédito.

O Cartão de Crédito pode ser considerado o maior vilão de todos, pois pode chegar a cobrar mais de 300% ao ano de juros. Então é por ele que vamos começar:

1 – Cartão de Crédito

Consciência e inteligência são as palavras chaves para que ele possa ser melhor amigo e uma excelente forma não só de controlar seus gastos, como também de usufruir do sistema de pontos e cashback. Mas infelizmente nem todos tem essa maturidade e disciplina financeira.

O Cartão de Crédito para muitos que se endividaram foi utilizado como uma extensão salarial, ou seja, "ganho R$ 1.000,00 por mês e tenho limite de R$ 2.000,00, posso gastar até 3.000 que tudo bem.".

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Você já deve ter se visto alguma vez nessa situação, mas saiba que aí mora o perigo de se enrolar de vez nas dívidas. Quando a fatura chega você provavelmente não tem condições de pagar e entra no pagamento mínimo.

Essa oportunidade é para aqueles que abusaram dos seus gastos e não conseguem efetuar o pagamento total, entrando no crédito rotativo. Ele funciona de uma maneira automática onde já foi aprovado pelo seu banco, você só deverá pagar na próxima fatura o que faltou somado aos juros.

E nesses juros que está o perigo!

O seu banco ou operadora de cartão provavelmente vai te cobrar algo entre 5% e 12% ao mês.

2 – Crédito Pessoal

O famoso empréstimo bancário é a solução para muito brasileiros, principalmente aquele para negativado que busca um dinheiro para quitar uma dívida que ficou sem controle. De acordo com a pesquisa da Acordo Certo, 23% responderam que uma de suas dívidas é o empréstimo.

Na mesma linha do Cartão de Crédito, se essa dívida não for assumida de uma forma planejada e consciente, pode se tornar uma bola de neve (maior até que o próprio cartão).

O custo do empréstimo ou crédito pessoal geralmente é menor que o do cartão, mas não deixa de ser alto. A empresa ou banco que vai te emprestar busca um histórico do seu comportamento em relação aos gastos e dinheiro, saindo a seguinte conclusão: maus pagadores pagam mais juros, bons pagadores pagam menos juros.

Portanto, pode ser que o seu vizinho que tem uma saúde financeira boa pague 1/3 da taxa que você que está inadimplente.

Portanto, pegar esse tipo de dinheiro nem sempre é a melhor solução. Fazer as contas para ver se vale esse custo e se as parcelas cabem no seu bolso e fundamental.

As taxas deste modelo de crédito costumam ser entre 2% a 8% ao mês.

3 – Cheque Especial

Apesar de estar aqui em terceiro lugar, essa é a segunda maior dívida do brasileiro. Seguindo o mesmo raciocínio do Cartão de Crédito. Se enrolam aqueles que entendem que é uma extensão do seu salário e que esse valor que teoricamente deveria ser utilizado para extremas emergências, é utilizado no dia, dia como um dinheiro extra.

O fato de ser em extrema emergência é bem claro até na oferta deste produto. Você já deve ter escutado falar sobre 10 dias sem juros no seu limite da conta. Isso é o cheque especial.

Mas quem utiliza ele é aquela pessoa que não quer tirar o dinheiro dos investimentos, mas tem 100% de certeza que vai receber em até 10 dias para nem utilizar os juros. E se isso não ocorrer, ela tem o dinheiro o suficiente para cobrir a conta antes de pagar qualquer 1 real que seja de juros.

A dívida de cheque especial é super perigosa para aqueles que não tem controle financeiro e ainda não conseguiu adquirir os 4 pilares da sua saúde financeira: inteligência, consciência, disciplina e planejamento.

Os custos de utilizar o cheque especial pode chegar até 15% ao mês (o mais caro de todos).

4 – Financiamento

Por último, mas não menos importante, vem o famoso financiamento. Ele pode ser da casa própria, do seu carro zero, etc. Não importa. Mas saiba que ao invés dos juros a empresa ou banco que te financiou pode simplesmente pegar aquele bem que você tanto desejou.

Aqui o cuidado é dobrado. Muitas vezes as taxas são fixas e até comerciais, interessantes. Mas apesar disso, é bem fácil você perder a sua casa ou automóvel, fora o dinheiro que foi pago até se tornar inadimplente.

No caso da casa própria o financiamento geralmente é uma dívida de longo prazo, podendo chegar até 35 anos. Aqui o planejamento, principalmente de renda e o dinheiro que tem guardado para emergência é mais que fundamental, é essencial.

Isso não quer dizer que você não possa utilizar, porém é super importante colocar no papel se faz realmente sentido e os riscos caso você fique sem renda.

O custo de um financiamento depende muito do perfil do consumidor e sua relação com os bancos, além disso depende da oferta de crédito e (um pouco) da taxa Selic que é a taxa básica de juros. Teoricamente se ela sobre muito o crédito fica mais caro e se ela cai, a oferta de crédito e seus custos melhoram.

Mas para te ajudar, pode variar de 0,5% a 2,5% ao mês.

Parece difícil, mas não é. Entender sobre juros é papel e caneta, calculadora e fazer as contas.

Dinheiro vem através de muitos processos e o maior deles é o suor do trabalho de cada consumidor brasileiro. Portanto, utilize com moderação e disciplina.

Este artigo foi escrito pela Acordo Certo, uma empresa da Boa Vista SCPC que atua no mercado de renegociação de dívidas. Nossa maior missão é conscientizar o consumidor do impacto das dívidas na sua vida, se positivando novamente e criando um relacionamento duradouro com o seu dinheiro. Conte com a Acordo Certo para aprender, renegociar e se positivar.

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Acordo Certo

A Acordo Certo é uma plataforma de renegociação de dívidas que está desde 2015 no mercado e que tem como objetivo cuidar dos brasileiros, trazendo autoestima financeira e realização de sonhos através da quitação de suas pendências financeiras de maneira prática e segura! O consumidor consegue renegociar dívidas com mais de 30 parceiros dos setores de telecomunicação, varejo, bancário, educacional em uma plataforma que preza pela experiência dos clientes e a interação é 100% online! No final de 2020 a Acordo Certo foi adquirida pela Boa Vista Serviços para alcançar ainda mais excelência em tratamento de dados, experiência do consumidor e tecnologia

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