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Pix Cobrança: entenda como funciona o novo serviço do BC

Por Camila SilveiraPublicado em

Os bancos e outras instituições financeiras que aderiram ao Pix, serviço de pagamentos instantâneo do Banco Central, passaram a oferecer o Pix Cobrança. Semelhante ao boleto bancário, esse serviço permite o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio do QR Code, versão modernizada do código de barras.

De acordo com o Banco Central, o Pix Cobrança vai funcionar com um QR Code no lugar do código de barras e vai permitir pagamentos futuros com previsão de juros, multas e descontos.

No entanto, até o momento, as instituições estão somente disponibilizando a leitura e pagamento com a data da leitura do QR Code.

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Isso está acontecendo porque o Banco Central criou um período de transição que vai até o dia 30 de junho para os bancos e financeiras poderem se adaptar ao novo sistema.

Após essa data, as instituições que optarem por oferecer o serviço deverão disponibilizá-lo com todas as funcionalidades.

Pix está disponível há seis meses

O sistema de pagamentos instantâneo do BC completou seis meses no domingo, dia 16 de maio, e de acordo com informações mais recentes referentes ao mês de abril, o sistema registrou um trilhão de transações.

Segundo informações do G1, esse número representa 51% de todas as transações realizadas no país no mês de abril, superando o TED, DOC, boleto bancário e cheque em conjunto. Essa é a primeira vez que isso acontece desde o lançamento do sistema, em novembro de 2020.

Neste período, R$ 951 trilhões passaram pelo Pix em transferências pessoais, pagamentos para empresas, pagamentos entre empresas e para o governo.

Ainda de acordo com as informações do Banco Central, em abril de 2021, o Pix possui aproximadamente 82 milhões de usuários cadastrados na pessoa física e 5,4 milhões de usuários cadastrados na pessoa jurídica.

Entenda como o Pix Cobrança vai funcionar

1. Como será emitido o QR Code?

Os lojistas, fornecedores, prestadores de serviços e os demais tipos de empresa poderão emitir um QR Code no próprio aplicativo da instituição financeira com a data do pagamento e as informações sobre juros, multas e descontos.

2. As transações serão cobradas?

O Pix é completamente gratuito para pessoas físicas, empresários individuais e Microempreendedores Individuais (MEI).

Porém, para uso comercial, ele será tarifado em duas situações: se o recebimento for por QR Code dinâmico, que apresenta mais possibilidades de configuração do que o QR Code estático, ou se a conta receber mais de 30 transações no mês.

Nesse último caso, o banco precisará verificar se a pessoa está fazendo uso comercial do Pix, se confirmar, serão cobradas tarifas a partir da 31ª transação.

3. Qual a diferença entre o QR Code dinâmico e estático?

O QR Code estático é usado para transferências ou no comércio quando as informações para pagamentos não mudam, incluindo o valor da compra. Por exemplo, um sorveteiro que oferece picolé pelo mesmo preço sempre pode usar o QR Code estático para realizar suas vendas.

Por outro lado, o QR Code dinâmico é usado no comércio quando as informações para pagamentos mudam a cada momento. Por exemplo, em um supermercado, quando o valor de cada compra é diferente.

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    Camila Silveira

    Redatora e Especialista em Produtos e Serviços Financeiros na Foregon, adora descomplicar os cartões de crédito, empréstimos, financiamentos, seguros, contas digitais, entre outros. Boa parte do seu trabalho é acompanhar a movimentação dos bancos e instituições financeiras para trazer as principais notícias do mercado.

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